Dois mil anos antes dos egípcios, uma cultura sul-americana, usando técnicas impressionantes, fez as múmias mais antigas do mundo. Cada vez mais assombrados, os arqueólogos estão desenterrando os chinchorros.
Físicos estudam a radiação solar. Químicos esmiúçam os efeitos da poluição. Biólogos desvendam as moléculas que tiram o brilho da pele. Desse esforço coletivo está nascendo uma nova geração de produtos científicos para atender, de uma vez só, a vaidade e a saúde.
Dez anos depois do desastre de Chernobyl, vários países fecharam os reatores. Mas há programas nucleares bem administrados e viáveis. Afinal, o que fazer com a energia atômica daqui por diante?
Se você faz parte da média, deve ler umas 300 palavras por minuto. Imagine multiplicar esse número por dez. É a proposta da leitura dinâmica. Mas nem todos acreditam que seja possível.
Até agora não há por que temer uma invasão marciana. Em vez disso, o homem é que está prestes a encher o céu avermelhado do planeta vizinho com geringonças voadoras.
Em 1996, a ciência avançou como num supergame, com lances emocionantes, idas e vindas, picos de otimismo e rasantes de pessimismo. Agora, você vai rever todas essas emoções, experimentando o suspense de quem brinca com a sorte. Cada passo dessa olimpíada afeta você. Então, pegue os dados e entre na partida. O que vem aí é...