RENATA RODRIGUES, 27 Novembro 2008 - 15:44
COM TODA CERTEZA DO MUNDO. TODOS DEVERIAM FAZER TERAPIA, QUEM TEM PROBLEMA OU QUEM NAO TEM. É UM EXERCÍCIO PARA A MENTE E PARA O ESPÍRITO. É COMO SE FOSSE UMA YOGA. TEMOS DE CUIDAR DO COPPO COM EXERCÍCIOS E DA MENTE COM A TERAPIA. DEPOIS QUE COMECEI A TERAPIA, PAREI COM OS REMÉDIOS, MINHAS FRUSTAÇÕES, MEDOS, ANSEIOS, DÚVIDAS E DEPRESSÃO, DESAPARECERAM... ATÉ EMAGRECI 7 KILOS... ACABOU A ANSIEDADE... HOJE SOU EXTREMAMENTE FELIZ... PARABÉNS AOS PSIQUIATRAS E PSICÓLOGOS E OBRIGADA POR TUDO.
Juliana Fanzeres, 24 Novembro 2008 - 12:41
Bem,acredito que insultos e até mesmo criticas ferrenhas á reportagem não irá tirá-la das mãos de quem já leu,porém pode-se sim indagar a autora da mesma o motivo pelo qual não se posicionou da forma que todos esperam que jornalistas de fato bem formados se posicionem.. de forma parcial.
Como já havia sido dito em outros comentarios, não houve por parte da jornalista uma atenção voltada ao esclarecimento ao publico leigo no assunto,um défict que levou muitos a se exaltarem pelo que vejo por uma clara inteção da autora de impor suas idéias.
Por não explicar o que é a Terapia e suas diversas ramificações fica explícito que o motivo principal da reportagem não é deixar que o leitor pense por si mesmo e sim dizer a ele o que deve fazer,no caso, NÃO FAZER TERAPIA!
Creio que a Super poderia ter ficado sem essa.. ou talvez não ter mascarado o título já que a sua intenção real não era fazer com que o leitor respondesse a pergunta feita na capa dessa edição.
Quando li a revista acreditava encontrar informações que pudesse acrescentar aos meus conhecimentos um tanto quanto superficiais sobre Psicanálise Clínica,entretanto não encontrei em nenhum momento um apoio informativo e sim uma imposição brusca de um pensamento pré modulado que desejava ser imposto e fixado nos leitores.
Peço aos editores para que vejam até que ponto a liberdade de expressão não fere a liberdade do pensamento humano e espero sinceramente que eu possa voltar a ler a revista sem os olhos da dúvida,dúvida se estou sendo informada ou manipulada.
Magda Rodrigues, 04 Novembro 2008 - 12:04
Não li, mas vou ler para ter certeza do patético que deve ser a reportagem. Comecei a fazer análise a 6 meses, desde então, minha qualidade de vida melhorou consideravelmente e, consequententemente, da pessoas com quem convivo. Se placebos trazem efeitos tão benéficos assim, acredito que devam ser produzidos em escala industrial e revendidos em farmácias. Quando você procura um psicólogo, já deveria saber que milagres não existem, pois acima de tudo, você tem que estar aberto e realmente disposto a vasculhar suas feridas, o que nem sempre é fácil, muitos preferem joga-las em baixo do tapete. A propósito, somente para concluir, não conheço essa jornalista, portanto...
Perdida, 29 Outubro 2008 - 15:59
I) "Eu faço o que faço, porque penso o que penso"? E consiguirei moldar de novo aquilo que penso?! Lá, no divã?
II)"a conclusão de tudo, é nós reconhecermos nossa culpa e tratar da mesma com honestidade que a situação exige"
Onde está, por exemplo, a culpa de amar a pessoa errada? Isso tem cura? Lá no divã? Ou é mesmo para ruir com o sofrimento por causa dessa culpa?
Estou a um clique de ter iniciado uma busca no google com a palavra "terapia". Estou mesmo na dúvida se haverá alguma que me trate...
Adriana, 10 Outubro 2008 - 18:13
Não li a reportagem, porém, achei que procede a resposta da Meire, que é de formação psicanalítica e acredito que a psicanálise tanto em Freud como em Lacan, estão para além de comentários medíocres. Ela funciona sim. Tem resultados sim. Meire se puder me dar seu contato, meu email adrianaemusica@gmail.com. Gostaria de discutir sobre o tema com profissional da psicanálise. Abçs
Fábio Sampaio, 18 Setembro 2008 - 13:26
Engraçado é ver como que para alguns, a psicilogia funciona como uma religião, sendo a cura para seus males.
Daí vc entende pq alguns aqui manifestaram-se com tamanha indignação.
Se dizem racionais, mas não passam de radicais religiosos.
Rivaldo Maranhão, 12 Setembro 2008 - 10:03
Fico triste ao ler sobre psicologia(e muitas outras gias) que exitem na sociedade de hoje, que se diz esclarecida. E por quê da tristeza? Ora, é só viver, por um tempo, no mundo de qualquer psicólogo e logo veremos que eles mesmas estão doentes, isto é, é um doente tentando cuidar de doentes.
Na verdade essa história de psicologia é apenas uma maneira da pessoa tentar justificar seus fracassos, através do seu passado, acusando tudo e todos, e nunca reconhecendo a sua própria culpa.
Já pensamos que esse negócio de terapia, é mais um processo de retornor? Pois é, as pessoas estão sempre retornando ao divã, vivendo em um eterno recomeço de algo que nunca tem fim.
Temos que entender de uma vez por toda que: "Eu faço o que faço, porque penso o que penso." Por isso, a conclusão de tudo, é nós reconhecermos nossa culpa e tratar da mesma com honestidade que a situação exige.
Monica, 07 Setembro 2008 - 22:05
"Lástima" foi a única palavra que eu encontrei para definir a matéria sobre Terapia.
Estou me referindo a matéria "Terapia Funciona?" da edição 254.
Antes de mais nada, é uma pergunta sem o menor cabimento... mas..continuando...
Nem me dei ao trabalho de ler a reportagem toda, pois ao abrir a revista, por acaso, fui direto para a página 66 - " 10 grandes linhas do conhecimento" com uma subdivisão de "alta, média, e baixa influência de Freud".
Para meu desgosto estava escrito: "Psicanálise Junguiana - Também chamada de psicoterapia analítica, foi criada por Carl Jung, discípulo de Freud (...)"
Meus caros...
Qualquer estudante de 1o. ano de Faculdade de Psicologia sabe que é uma aberração dizer que o Jung foi discípulo do Freud. É um erro que somente pessoas MUITO leigas no assunto cometem.
Solicito que vcs mandem seus redatores fazerem o dever de casa antes de se aventurarem a escrever um artigo, e quando falo dever de casa me refiro a estudar.
Quando o Freud e o Jung se conheceram, Jung já era médico, diretor de hospital, com Doutorado e vários livros publicados e sua teoria já em desenvolvimento. Ele ouviu falar do Freud, entraram em contato mas por divergências intelectuais se separaram.
Espero que vcs consigam fazer matérias de melhor qualidade, eu pensava em assinar essa revista, mas depois dessa edição, desisti.
Para quem escreveu essa matéria vou responder a sua pergunta: Sim, Terapia Funciona, quanto a isso não há o que questionar.
Larry, 06 Setembro 2008 - 04:43
Se algo pode ser aprendido dos comentários feitos aqui, é que nem psicólogos e nem psicanalistas suportam ser contrariados. Se discordam do conteúdo da matéria, que apontem seus erros, supram eventuais lacunas e esclareçam o que deve ser esclarecido. Mas em vez de agirem como pessoas maduras (o mínimo que se espera de um terapeuta), agiram como criancinhas mimadas, quem batem o pé no chão, fazem beicinho e chamam o outro de "feio". Alguns insinuaram até mesmo que a autora da matéria teria certos problemas, e por isso escreveu aquele texto. Trata-se de uma manifestação bizarra, que só pode ter saído de uma mente doentia, completamente avessa a ser contrariada. Se alguém reage desta forma, é prova cabal que não passa de um paspalho, de um bebezinho em corpo de adulto, de um profundo imbeci. E se abre um consultório para cuidar dos outros é porque o mundo está perdido mesmo. Conheço inúmeros psicanalistas e psicólogos que não têm competência para levar um cachorro para dar um passeio. Aliás, a "formação" de um analista é uma piada de mau gosto: já há atualmente cursos de psicanálise online!
Adriana, 26- SP, 03 Setembro 2008 - 15:09
Bem, fiz essa pergunta a minha psicóloga e ouvi a resposta: DEPENDE!
Estou totalmente de acordo. A terapia funciona de acordo com o momento q a pessoa está vivendo e o quão disposta ela está a encarar suas verdades, de aceitar o auto-conhecimento. Isso envolve o método, o profissional e o paciente.
Li a resportagem e não a achei tendenciosa como algumas pessoas estão comentando abaixo.
Como em todas as profissões, há bons e maus profissionais, diferentes métodos e foi isso q a revista abordou. Não colocou nada com absoluto.
Renata , 24 Agosto 2008 - 08:45
VALE A PENA. Tem coisas que vc nao consegue falar p uma amiga e pro marido. Fiz terapia durante um ano e meio e posso dizer que mudei minha vida. Encontrei a raiz do meu problema com a ajuda de quem eu mal conhecia. Pois é as vezes vale a pena gasta uma fortuna com terapia do que se abrir com as amigas.( que as vezes fazem fofocas).
Carlos Eduardo Porto, 20 Agosto 2008 - 12:58
O que realmente funciona na terapia é o relacionamento que ele constrói na terapia com o terapeuta, os relacionamentos é grande segredo de vidas transformadas e saúdaveis, estudo psicologia é acredito q a terapia vai muito além de sessões vazias e superficias, juntos somos melhores!
Odirlei Ap. Domingos, 19 Agosto 2008 - 21:47
Terapia nao só funciona, como deveria ser um serviço oferecido a todas as pessoas, pelo sistema SUS, pois, sabe-se que + de 80% das doenças sao psicossomaticas, fundamentadas em nossos medos, anseios e desejos.
pessoas que passaram pelo processo psicoterapeutico tem outra visao do mundo, a terapia nos ensina e ver a vida de outro angulo, talvez um angulo que de liberdade, conhecimento e felicidade.
sofri com TOC e sindrome do panico por 6 anos, terapia medicamentosa forte, nada resolvia, a terapia freudiana me curou e me transformou em uma nopva pessoa.
Jesus foi o maior psicologo que existiu, ele disse, conhecei a verdade e ela vos libertará (conhecei-vos)
Miriam Elenice Valadares, Campo Grande - MS, 19 Agosto 2008 - 14:51
Sou estudante do ultimo semestre de psicologia de uma universidade que tem um método diferenciado que nos proporciona desde o primeiro semestre estagio e afirmo com toda certaza e até arrsico meu diploma que terapia funciona, os bons psicólogos sabem que existe uma base genética para muitas doenças, mas o psicológico do paciente e da familia também conta e muuuito, como no caso da esquizofrênia no qual eu e muitas colegas atendemos pacientes esquizofrênicos que só com os medicamentos não teriam tido a evolução que tiveram e no caso da depressão severa afirmo a mesma coisa, pois na depressão leve e moderada só a terapia já é ótimo. Acredito que a profissão sofra ainda com preconceitos de pessoas que não tem conhecimento da área, pois é uma ciência nova no Brasil ( 50 anos) e acredito também que como em todas as outras profissões alguns profissionais da área deveriam se atualizar para não arruinar com a imagem da profissão que tem ajudado tantas pessoas. Quanto a revista acredito que vocês deveriam ter se informado melhor antes de publicarem uma matéria como estas.
Sandra G., 15 Agosto 2008 - 23:51
Eu creio que vale a pena gastar. Até, colocaria o termo investir, pois você terá o retorno conforme seu investimento. Ora, se você deseja ser melhor do que, resolver problemas que desequilibram seu emocional o indicado é um terapeuta. E precisa ser alguém de fora do seu círculo de amizades para ter uma visão holística de você.
edson taumaturgo, 12 Agosto 2008 - 12:30
Alguém aí da redação ja fez terapia? mas terapia de verdade, mesmo.... aquela que te faz pensar e sentir o mundo, os outros e, o mais difícil, você mesmo de uma maneira totalmente diferente e nova? é incrível como gastam fortunas em pesquisas do óbvio que depois são alardeadas com a última novidade descoberta da ciência, mas um tema desta importância é tratado com descaso e tendenciosidade, mascarado por uma pretensa imparcialidade... para seu governo, a psiquiatria e seus remédios que tanto desprezam a psicoterapia e a psicologia, ainda hoje utiliza o modelo de psicopatologia que foi descrito por Sigmund Freud. Carl Rogers, um dos maiores psicólogos de todos os tempos provou com suas pesquisas, rigorosamente científicas, que psicoterapia tanto funciona, como poderia ser realizada por profissionais sem formação médica e, na maioria dos casos, sem prescrição de remédios, o que causou uma revolução ainda na década de 40 do século passado. isso sem falar que a seus trabalhos ainda lhe renderam uma indicação ao premio nobel da paz na década de oitenta. Em vez de "TERAPIA FUNCIONA?", vocês poderiam ter feito uma matéria muito, muito melhor perguntando "COMO A TERAPIA FUNCIONA?"... bola fora pra vocês... Quem sabe de outra vez vocês acertam...
Natália, 04 Agosto 2008 - 19:21
Sou estudante de psicologia. Não li a reportagem. Mas a psicologia clinica vem crescendo a cada dia no nosso país, não é apenas falar com alguem que não conhece. Isso depende do profissional para te deixar a vontade por isso muitas terapias demoram para ter resultados. Mas funciona sim. E espero ser uma ótima profissional e provar que vale a pena gastar dinheiro com alguem que você não conhece!
Natália, 04 Agosto 2008 - 19:21
Sou estudante de psicologia. Não li a reportagem. Mas a psicologia clinica vem crescendo a cada dia no nosso país, não é apenas falar com alguem que não conhece. Isso depende do profissional para te deixar a vontade por isso muitas terapias demoram para ter resultados. Mas funciona sim. E espero ser uma ótima profissional e provar que vale a pena gastar dinheiro com alguem que você não conhece!
Valdecir Neves, 01 Agosto 2008 - 07:11
Sobre o referido artigo do qual só tomei conhecimento pelos comentários aqui postados. Não li e não gostei.
Pelo que pude depreender a reportagem já começou com um título depreciativo se comparada a seriedade do tema. Quem não teve um parente ou conhecido beneficiado pelo trabalho dessa classe cada vez mais requisitada em nossos dias?
Efeito Placebo? (Lat. " placere",'agradar) O que vale são os resultados. Tem muita gente por aí que se acha dona da verdade baseada na "sua lógica".O bem e o mal nascem na mente. O bom e o mau tabém residem lá. Se que me entendem.
Gustavo - Santa Catarina, 31 Julho 2008 - 00:55
Liberdade de expressão é garantida desde que venha acompanhada de responsabilidade. Ao ler a matéria, Psicoterapia funciona? fiquei preocupado pela incoerência da conclusão da jornalista, uma vez que desmereceu um trabalho arduo de cientistas q desenham melhores formas de tratamento para os sofredores psiquicos, tendo inúmeros resultados cientificamente comprovados em estudos sérios, pois se baseou apresentando como novidade a antiga hipótese (conhecida como "efeito Dodô") de que todas as psicoterapias funcionam igualmente bem pelo fato do mecanismo principal ser o efeito placebo. Além de que houve contradição explixita, pois a matéria apresentou um quadro com indicações específicas de certas modalidades de psicoterapia (ou seja, a hipótese de que diferentes tipos de psicoterapia tem resultados diferentes) para depois defender a hipótese contrária.
Respeitamos seu direito de expressão, mas eu, assim como a comunidade profissional e cientifica não concordamos com tais afirmações incoerentes e sim, contraria ao que a ciencia vem apresentando, e principalmente, a aqueles q delas se beneficiam.
Benedito Milioni, 30 Julho 2008 - 10:30
Terapeutizado há 25 anos, mais que convencido de que terapia é para gente sadia, um ardoroso defensor daq Psicologia, amigo de muitos psicólogos de alto nível de competência técnica e étca, fiquei horrorizado com o rancor, o amargor, a falta de permeabilidade dos psicólogos cujos comentários suportei ler! Para a dificuldade em conviver com a opinião contrária, recomendo, enfaticamente...uma terapiazinha básica!
Taisy Mariscal, 29 Julho 2008 - 08:19
Gostei da reportagem ,principalmente das partes que falam que a uma mudança na atividade cerebral quando a pessoa faz terapia e que tbm é mais eficaz na cura .
Para mim a unica verdade é essa que faz bem mesmo pode até num se explicar cientificamente mas aceitamos não ter uma explicação exata nem sobre nossa existencia que hora foi o tal de big ban ,ou mesmo evoluimos do macaco e antes dinossauros viviam aqui ou acreditamos na biblia que fala que Deus criou o homem sua imagem e semelhança ou seja perfeito o que num permite nos pensar em um macaco e se fosse do macaco por que alguns num evoluiram?a ciencia tbm questiona coisas e num chega a uma exatidão somente levanta hipoteses ,e se é evidente o beneficio da terapia mudando ate a atividade cerebral por que num acreditar nela.Eu penso sim que são varias abordagens linhas etc mas que todas de um jeito ou de outro atigem o objetivo da melhora o que se é necessario é encontrar o metodo mais adequado a pessoa .Quanto a Freud penso que é como os livros que possivelmente seram extintos e substituidos pela net mas sem eles num teriamos chegado ate aqui, ou seja existem varias abordagens mais eficazes sim mas sem Freud num teriamos chegado ate elas e tudo é uma questao de evolução no tempo em que Freud viveu as coisas que ele descobriu foram memoraveis e serviam para as pessoas daquela época hoje as terapias comportamentais cognitivas são proprias ao tempo em que vivemos.
E se soubessemos resolver os problemas sozinhos seriamos espertos o suficiente para não telos criado né então fica obvio a necessidade da ajuda de um profissinal e o bem estar o alivio das angustias etc num tem preço .
Thiago o. d., 28 Julho 2008 - 10:31
Não importa o que digam, a materia estava boua SIM, e se eles não queriam que soubesemos a verdade poderiam ter a trancado em uma arca e jogado no fundo do oceano, au em vez de disfarsala de mentira, não fizeram. Nós agora sabemos a verdade!
Marcus, 27 Julho 2008 - 21:35
Como psicólogo, além do desserviço da revista para com que poderia se benificiar de terapia, fiquei preocupado com a tendenciosidade e incorreções que podem haver no conteúdo de outras reportagens das quais não domino o assunto.
Andre Sanches - SP, 27 Julho 2008 - 11:59
A impressão que eu tinha sobre a vaidade exagerada de psicólogos, filósofos e afins, se confirmou nos comentários abaixo, o que levou a estes profissionais pensarem que sua área de atuação é inquestionável, ou pior ainda, que são donos da verdade absoluta, realmente estes leitores que criticaram e praticamente crucificaram a jornalista Denize, são desprovidos de senso democrático e de liberdade de expressão. Em nenhum momento a autora atacou os profissionais, mas sim abriu espaço democrático e saudável para discussão sobre um assunto, cá entre nós, extremamente polêmico e desprovido de comprovação científica.
Na minha opinião, (espero não ser crucificado também) terapia compara-se a muitas religiões, pois o resultado final (quando existe um resultado) são bem parecidos. O efeito placebo nas terapias é bem plausível, se este fenômeno existe até mesmo no meio farmacêutico, por que não nas terapias.
É lamentável que certos profissionais que deixaram comentários nesta página, ataquem de maneira grosseira, leviana e chula a autora da matéria em questão, chegando ao ponto de até insinuarem que exista alguma patologia ou sentimento reprimido sobre a mesma. Realmente isto é bem típico de profissionais inseguros, quando são contrariados, em vez de argumentar, atacam levianamente.
Não sou a favor nem contra as terapias, sou a favor da busca por algo que faça o ser humano sentir-se melhor, seja através de religiões, filosofias religiosas, ou até mesmo terapia, mas uma coisa é certa, somos responsáveis pelo nosso bem estar físico e mental, um psicólogo pode ajudar? Claro! Se você achar que pode, ele pode! Somos os únicos e verdadeiros analistas de nós mesmos.
Grazielle Rocha França - Santa Catarina, 26 Julho 2008 - 17:45
Espero que no próximo mês os editores da revista se encarreguem de corrigir as informações sobre Psicologia, Psicoterapias afins e Psicanálise. Ainda, acho justo um pedido formal de desculpas no Conselho Federal de Psicologia, pois a revista não ponderou comentários depreciosos sobre os psicólogos e suas teorias psicoterápicas. O subtítulo "Trapalhadas no Divã", realmente, foi muito infeliz. Quanto aos resultados do tratamento, acho interessante entrevistar pessoas que se encontraram, aquelas que verdadeiramente resgataram sua alma, para constatar o "efeito placebo" que há nesse resgate, nesse encontro. Deixo a dica do livro Relação e Cura em Gestalt-Terapia (JACOBS; HYCNER, 1997), para a jornalista já citada tantas vezes se inteirar do assunto.
luiz _ graduação em filosofia, 26 Julho 2008 - 13:49
Reflexões sobre a reportagem:
Vale a pena ?gastar? dinheiro com terapia? DIGO EU: Vale a pena gastar dinheiro com revistas como essa?!!!
Se fôssemos submeter terapeutas a um controle estatístico, poucos sobreviveriam. DIGO EU: Se fôssemos submeter JORNALISTAS a um controle estatístico, poucos sobreviveriam!!!!
Terapia funciona? DIGO EU:Reportagem como esta funciona?!!!
Fazendo uma superficial análise da Jornalista, é visível que a moça precisa de psicoterapia. Até mesmo o psicólogo mal formado é capaz de detectar isto. Como dizia nosso amigo Freud... ?nossos comportamentos são reflexos da nossa sexualidade?. Percebo nas falas dela que existe um rancor muito mal elaborado.. um amor platônico por um psicanalista quem sabe???
sou filósofo e me senti atingido também pelas suposições infelizes da jornalista..
Jorge De Oliveira, 25 Julho 2008 - 00:16
De fato, ao ver a capa dessa edição de Super nas bancas, fiquei tentado a comprá-la, uma vez que o assunto me interessa bastante, chegando mesmo a fazer uma pós-graduação em teoria psicanalítica (em tempo: não sou psicólogo ou analista, mas educador).
Não comprei a revista porque já há um bom tempo havia notado que a Superinteressante passou a pecar por falta de qualidade. Havia um superficialismo muito grande nas matérias.
Entretanto, ao ler os comentários das pessoas que gastaram seu dinheiro com essa edição, respiro aliviado por não ter gasto o meu. Mas prendo a respiração de preocupação, pois, uma coisa é escrever supercialmente sobre um determinado assunto; outra é escrever com fins de desinformação. Como se o brasilerio médio já não tivesse problemas de formação graves o bastante!
É nisso que dá confiar matérias de cunho científico a pseudo-jornalistas...
Em tempo - parte II: alguém reclamou sobre os erros de escrita cometidos neste fórum, aparentemente como forma de desqualificação das opiniões. Esse alguém deveria ler jornais para ver a quantidade absurda de erros que são cometidos pelos jornalistas e endossados pelos eventuais revisores.
Lindalva Moraes, 24 Julho 2008 - 17:03
Puxa! Estou me sentindo bem melhor depois de ler os comentários de muitos colegas. Quando li o subtítulo nas bancas, não gostei, mas comprei mesmo assim para saber qual a propriedade de quem escrevia, e foi muito difícil ler a matéria até o final, tamanha eram as aberrações, contradições, ignorâncias, etc. Faço questão de citar algumas:
- a psicanálise não tem a pretensão de "curar" ninguém, a proposta não é esta, nestes termos;
- Freud não "inventou" a psicanálise, tanto é que ele próprio foi apresentado a ela por Breuer. Ele foi seu maior estudioso e propagador;
- se a sociedade muda seu comportamento e seus valores a cada dia que passa, como imaginar que algumas teorias de Freud não poderiam ser questionadas, cento e tantos anos depois?
- Lacan "modernizou" a teoria psicanalítica, sendo que na verdade, apenas apresentou sua sugestão de abordagem, ou seja, uma orientação diferente de Freud, apesar de partirem dos mesmos reconhecimentos, assim como Jung;
- "trapalhadas no divã": que diabos a jornalista pretendia aqui? Não explicou pra que serve, qual sua função, deturpou tudo e ainda fez citações incoerentes.
Enfim, foram muitos "equívocos" (para tentar manter o respeito pela jornalista, e não expô-la a um ridículo ainda maior).
Não posso deixar de falar das citações pobres, que revelam a literatura precária sobre o assunto, pois foram vagas, como frases soltas desconexas. Moça Denise, você se propôs a escrever sobre Freud e não citou nenhum de seus escritos??? Mesmo que tentasse, acho pouco provável que lhe fosse útil, portanto, a perdôo. Para piorar o que já estava péssimo, vc se apropriou de termos técnicos com colocações totalmente descontextualizadas.
Luis Fernando, 24 Julho 2008 - 13:06
Leio sempre a SUPER INTERESSANTE,sei que se trata de uma revista seria e competente, porem devemos lembrar que a análise, seja qual for o método, desde que realizada por profissonais devidamente formados e autorizados pelo conselho, tem por fim restabelecer a sociabilidade do paciente. É sem dúvida uma trabalho de relação analista-paciente, portanto requer dedicação das duas partes. Com o estado psiquico em vias de reorganização, os processos de tomadas de decisões para uma melhoria no conflito que levou o paciente ao consultório são reestruturados sob uma ótica amadurecida pela conduta clínica laborada pelo analista.
Com isso vemos que não se trata de um efeito placebo. Agradeço a revista pela oportunidade de comentários.
lurare@click21.com.br
Luis Fernando, 24 Julho 2008 - 13:06
Leio sempre a SUPER INTERESSANTE,sei que se trata de uma revista seria e competente, porem devemos lembrar que a análise, seja qual for o método, desde que realizada por profissonais devidamente formados e autorizados pelo conselho, tem por fim restabelecer a sociabilidade do paciente. É sem dúvida uma trabalho de relação analista-paciente, portanto requer dedicação das duas partes. Com o estado psiquico em vias de reorganização, os processos de tomadas de decisões para uma melhoria no conflito que levou o paciente ao consultório são reestruturados sob uma ótica amadurecida pela conduta clínica laborada pelo analista.
Com isso vemos que não se trata de um efeito placebo. Agradeço a revista pela oportunidade de comentários.
lurare@click21.com.br
Márcia, 23 Julho 2008 - 22:22
Sou psicóloga clínica e atuo na abordagem daseinsanalítica, e realmente acredito em meu trabalho,pois, vejo resultados fantásticos. Achei a matéria superficial, cartesiana e tendenciosa. Só posso lamentar. Os remédios são complementares ao trabalho terapêutico e podem ajudar muito, caso sejam bem prescritos; porém não ajudam o indivíduo a fazer e compreender sua história. Até as neurociências comprovaram a importância da psicoterapia. Infelizmente no mundo atual, o modelo científico só aprova aquilo que é concreto,mensurável, o que ajuda muito a indústria famacêutica a ganhar dinheiro. A psicoterapia lida com aquilo que é mais propriamente humano: a emoção; e isso não se resume apenas a uma desordem na química cerebral.
Lídia Sousa, 23 Julho 2008 - 16:26
Faço terapia a 5 anos, e acredito realmentque ela funciona sim e eu sou uma prova viva disso.A 5 anos atrás eu pesava 43kg e fumava crack o dia inteiro.Gastava tudo q tinha em drogas,tentei vários tratamentos,até conhecer a Tereza,minha psicóloga.E só depois de entrar em contato comigo mesma através da terapia é q consegui sair do vício.Claro q terapia ñ é milagre,p/ dar certo ela depente muito ñ apenas do paciente ou do psicologo,mas da
relação que ambos tem,é preciso haver plena confiança e nenhum segredo nem mentiras,seguindo essa fórmula c/ certeza ela iŕa funcionar....
Suzi, 23 Julho 2008 - 12:38
Terapia é muito bom, me ajudou a superar uma grande perda.
Henry, 22 Julho 2008 - 16:28
Em verdade eu não sou psicologo. Apenas um leitor comum...
E leigo... E ao ler a revista (como todos os outros leigos), achei interessantissimas as colocações feitas a respeito da validade das terapias. No entanto, ao ver este forum, e a opinião de diversos profissionais da area e pessoas que ja fizeram algum tipo de terapia, me sentido enganado e desrespeitado. Como um veiculo formador de opinião, acredito ser fundamental, que o minimo de imparcialidade e responsabilidade devem ser base para qualquer produção textual. Como confiar dessa forma? Dificil... Acredito que não condenarei toda a revista (apesar de ter permitido tal desrespeito a seus leitores). Condenarei, sim, a autora - Denise Guedes - a não lê-la mais. Assim sempre observarei com atenção a autoria e quando for ela... No mais obrigado aos mais informados por esta participação esclarecedora aqui no forum!
Sergio, 22 Julho 2008 - 11:35
À Ana Amélia,
1)Não sou psicólogo, mas sinto-me honrado pela comparação. Meus conhecimentos foram apresentados como de cultura geral. Acredito que o seu conhecimento é apenas geral. Sou biólogo.
2)Acredito que o Ministério de Saúde, o Conselho de Psicologia e o Conselho de Medicina deveriam se pronunciar diretamente à Direção da revista, por tratar-se de assunto de desinformação e desserviço à Saúde Pública, pois foram atingidos princípios básicos das ciências.
3)Cara Ana, infelizmente parece que você se adequa ao nível proposto pela matéria da revista em que se propõe assinar.
4)Liberdade de Imprensa não é Libertinagem na Imprensa. Não estão respeitando nem mesmo a Ciência.
Alexandre Machado (abm.com@hotmail.com), 22 Julho 2008 - 00:02
Realmente é lamentável a situação em que encontra-se a sociedade brasileira diante da liberdade de imprenssa em apropriar-se de forma chula e desqualificada em assuntos de saúde física e mental.A falta de uma legislação rígida e específica afim de proteger o verdadeiro conhecimento científico, tem proliferado um batalhão de pseudos especialiistas de plantão envolvidos em reportagens científicas de pécima qualidade. Pergunte aonde estão suas credenciais e quanto ganham para tanto barbarismo? Trata-se ao meu ver de uma política editorial com intenção explícita outras veladas em desqualificar, confundir,prejudicar o conhecimento científico exercído por profissionais e cientistas brasileiros nas mais amplas áreas da saúde . Este arranjo macabro em criar conflitos multidiciplinares, não existe de fato nas grandes discussões científicas, pois o cohecimento científico tanto na área da saúde física como a mental, esta amparado na colaboração dos mais diverssos ramos da ciência. Ademais, qualificar a psiquiatria como charlatanismo e subjulgar a capacidade dos demais profissionais em diagnosticar possíveis distúrbios psicológicos, foi de uma abreviação um tanto medíocre e pretenciosa dos responsáveis pela matéria. Convém aos leitores e profissionais lesados pela reportagem, buscarem suas indenisações de forma ampla e organizada , pois saúde é coisa séria.
Alexandre Machado (abm.com@hotmail.com), 22 Julho 2008 - 00:02
Realmente é lamentável a situação em que encontra-se a sociedade brasileira diante da liberdade de imprenssa em apropriar-se de forma chula e desqualificada em assuntos de saúde física e mental.A falta de uma legislação rígida e específica afim de proteger o verdadeiro conhecimento científico, tem proliferado um batalhão de pseudos especialiistas de plantão envolvidos em reportagens científicas de pécima qualidade. Pergunte aonde estão suas credenciais e quanto ganham para tanto barbarismo? Trata-se ao meu ver de uma política editorial com intenção explícita outras veladas em desqualificar, confundir,prejudicar o conhecimento científico exercído por profissionais e cientistas brasileiros nas mais amplas áreas da saúde . Este arranjo macabro em criar conflitos multidiciplinares, não existe de fato nas grandes discussões científicas, pois o cohecimento científico tanto na área da saúde física como a mental, esta amparado na colaboração dos mais diverssos ramos da ciência. Ademais, qualificar a psiquiatria como charlatanismo e subjulgar a capacidade dos demais profissionais em diagnosticar possíveis distúrbios psicológicos, foi de uma abreviação um tanto medíocre e pretenciosa dos responsáveis pela matéria. Convém aos leitores e profissionais lesados pela reportagem, buscarem suas indenisações de forma ampla e organizada , pois saúde é coisa séria.
Claudia Pimentel, 21 Julho 2008 - 18:14
A falta de conhecimento e ética de quem escreveu a reportagem é absurda! Deu vontade de rir ao lê-la. Chega a ser ofensiva ao dizer que a terapia pode ser considerada um método inútil e até bizarro!!! Será que ela já fez terapia algum dia? Análise então, nem pensar... sabe-se que a psicanálise realmente não é para todos, como já disseram muito psicanalistas, mas não dá para compreender como uma revista como a super interessante (que era muito boa), deixa uma reportagem como esta ser publicada. Simplesmente lamentável, uma pena para os leigos que não puderam aprender e apreender absolutamente nada desta reportagem um tanto quanto equivocada!
Juliana, 21 Julho 2008 - 17:12
Li a reportagem acerca da psicoterapia e Freud, que é muito interessante para a área e sua divulgação, mas encontrei discordância na passagem, a qual afirma que a psicologia surgiu da Psicanálise. Primeiro porque não houve um fundador certo desta ciência e sim vários estudiosos, como filósofos e médicos, que se interessaram pelos fenômenos mentais e passaram a estudá-los. Porém a Psicologia só foi reconhecida como disciplina acadêmica após Wilhelm Wudnt criar o primeiro laboratório relacionado em Leipzig na Alemanha em 1879. Enfim, Freud sem dúvidas influênciou profundamente a Psicologia, mas isso não quer dizer que ela foi originada a partir da Psicanálise. Perdoem-me se estiver equivocada. Sou estudante de Psicologia e foi isso que me foi ensinado e também o que li em livros de História da Psicologia. Fonte: Schultz, D. P.; Schultz, S. E. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Thomson Learning, 2007. Não tenho grandes fundamentações teóricas pra discutir sobre este assunto, pois estou no inicio do curso. E sei que a Super é muito conceituada, mas ela pode sim cometer atos falhos e divulgar algumas informações incorretas. E para um leitor leigo em relação ao assunto, qualquer coisa está correta. As pessoas devem primeiro estudar por si só para, enfim, poderem questionar. Uma coisa eu posso exigir: respeito em relação a minha futura profissão que, como qualquer outra, deve exigir que sejam divulgadas as informações corretas.
Ana Amélia Cintra do Padro, 21 Julho 2008 - 11:03
Pois eu vou começar a assinar a revista. Vocês psicólogos têm medo de quem questiona suas teorias. O artigo está super fundamentado, ouvindo todos os lados e dando ótimos exemplos. Nunca aprendi tanto sobre terapia.
Sergio, 20 Julho 2008 - 23:44
Cancelei a assinatura da Superinteressante. Recomendo aos autores para iniciarem-se nas revistas Mente e Cérebro(algumas tratam dos rudimentos da Psicanálise e outras de Neurociência). Trata-se de uma lamentável reportagem sobre as psicoterapias. Mais ainda sobre a Psicanálise. O desconhecimento dos autores beira o ridículo. A definição de Inconsciente é bisonha. Confundir Psicologia Analítica de Jung com Psicanálise é a pior das brincadeiras. Existem inúmeros outros êrros nesse pretenso trabalho. Vale lembrar também que Freud não pertencia a psiquiatria, e sim neurologia. O neurocientista da Unicamp deveria saber que a memória(cujos registros fisiológicos e bioquímicos são estudados pela Neurociência) é apenas um dos numerosos aspectos do desejo, e portanto, dos sonhos; os aspectos simbólicos seriam melhor explicados até pela linguística. A psicoterapia breve teve seu início com Ferescki e não Freud. São muitos erros.
Um erro muito importante é aquele em que confunde a prospecção científica pasicanalítica, não baseada tradicionalmente nas mensurabilidade, previsibilidade e reprodutibilidade com a psicanalítica. Basta um neurônio para perceber que não temos como dimensionar um pensamento ou reproduzi-lo em laboratório. Isso não retira o aspecto científico já que os modelos psíquicos da "metapsicologia" têm sua aferição acompanhada da devida eficácia. Esse debate científco não mais existe nas ciências humanas. Outra: o rigor científico de Freud pode ser comprovado nos seus 24 livros e cartas(repito: Freud saiu do seio rigorosíssimo da ciência Neurológica para a Psicanalítica.
Outra:número de anos para um médico tornar-se psicanalista. Psicanálise não o é tão fácil. Abçs
Henrique Pagnoncelli, 20 Julho 2008 - 22:22
Terapia funciona! Atuo como terapeuta utilizando as abordagens da Psicologia Transpessoal e da Parapsicologia Clínica. São duas linhas do autoconhecimento bastante recentes e eficazes. A tendência é exatmente esta, como consta na reportagem : "na hora do tratamento, uma das tendências é que cada vez mais os profissionais se especializem no distúrbio e não numa doutrinha intelectua". Todos os clientes buscam ajuda. Precisamos partir do problema apresentado e elucidá-lo e aí o cliente se sente contemplado e orientado. Nosso sistema de orientação (Sistema Grisa), passa pela contextualização do indivíduo levando em consideração algo pouco explorado, a vivência intra-uterina, onde se estrutura a personalidade do indivíduo. É fundamental partir desses dados históricos da vida da pessoa. A cura se dá com mais rapidez. É um resgate histórico, uma regressão, onde o passado é passado a limpo.
Parabéns pela reportagem, bem fundamentada, esclarecedora.
Diego Dyan, 19 Julho 2008 - 16:56
Terapia é realmente muito bom!!
Quando fui morar sozinho eu ainda não tinha pia.
Sem a pia tudo era um sacríficio.
Depois que comecei a ter a pia, tudo melhorou!
Renato Santiago, 19 Julho 2008 - 12:40
Ola, escrevi logo abaixo, e gostaria de dizer que não cabe aqui fazer comparações entre psicologo e melhor amigo, mesmo porque o estudante de psicologia tem que ter um preparo muito grande para lidar com as angustias e afetos do outro e de si mesmo, a escuta é outra. Durante 5 anos estudamos teorias, fisiologia, filosofia e ciencias humanas em geral, por isso tal comparação não tem fundamento. em segundo lugar, como nunca conseguimos nos desprender de nossa história e subjetividade não há como fazer comentarios em que a pessoa se coloca como ponto neutro, acho que o autor ou autora dessa reportagem precisa ampliar seus conhecimentos sim, em tudo o que for cobrir até mesmo por questões éticas. Muitas pessoas se sentiram ofendidas e por isso acho que a revista deveria se retratar de alguma forma!
Acredito que o sujeito que teceu tal comentario sobre a Psicologia, não consegue lidar com o diferente, e sim pretende como um sacerdote fundamentalista impor sua verdade cientifica natural, desconhecendo o significado de Epistemologia.
André Antunes de Campos-São Paulo-SP, 18 Julho 2008 - 19:43
Realmente o nivel da resvista caiu muitoooo!!A falta de ética e de conheciamento da autora me deixou de boca aberta, como estudante de psicologia queria dar uma informação Freud é pai da psicanalise e não da psicologia(como foi informado na materia) que nasceu antes com WUNDT!!! Com relação a materia só tenho a dizer que foi realizada uma pesquisa mediocre frases de pensadores a esmo sem sentido real do alguns deles pensam sobre o assunto! Ela desvalorizou a area profissional da psicologia seria o mesmo que escrever uma matéria "Pra que Jornalismo" e dizer as pessoas que apesar do jonalismo funcionar as pessoas deveriam procurar a informação por elas mesmas na internet e em livros seja como for a postura dessa jornalista é de alguém despreparada e leiga no assunto que não deveria ter espaço nem em um jornal de bairro!
Kaio Palaro, 18 Julho 2008 - 18:47
Faço terapia com uma psicóloga e posso afirmar que funciona sim e me sinto bem melhor, mais alegre, crítico, feliz e com a mente mais calma, mas aberta, mais preparada.
Duvido muito que tudo seja um efeito placebo, por mim as curas nas religiões são sim efeito placebo, mas terapia já é demais achar que é efeito placebo.
Ana Paula Oliveira, 18 Julho 2008 - 14:14
Faço terapia há 06 anos e posso afirmar com toda a certeza que passei a me conhecer melhor, me aceitar mais e me relacionar melhor com outras pessoas. Às vezes passamos por momentos na vida que não basta um ombro amigo ou um colo da mamãe para ajudar-nos a superar os "baques" que ocorrem na vida da gente. Só mesmo um profissional com muita paciência, conhecimento e principalmente ética para nos dar o suporte necessário para que possamos ver o lado bom das adversidades e com isso sermos mais felizes.
eu, 18 Julho 2008 - 12:06
Hoje em dia com o "ocupacionismo" que é empregado pelo sistema capitalista é dificio o sujeito ter tempo de dialogar com um amigo com isso as pessoas
regi lisandro, salinas mg, 18 Julho 2008 - 10:04
pode até ser. mas eu gostava mais do tempo em que quando a gente tinha um problema a gente contava para um amigo e ficava tudo bem. não precisava gastar nada.
Paulo Lima - Psicólogo - USF - Itatiba, 17 Julho 2008 - 15:47
Acredito que cabe aos analisandos a opinião sobre nossa área de atuação. São eles que devem se expressar e dizer a VERDADE sobre Terapia. E, em se tratando de verdades, cada qual possui a sua!!!
Analice PUCMG, 17 Julho 2008 - 11:11
Com certeza essa reportagem mostra que a qualidade da revista caiu, alcançando a mídia apelativa que tanto estamos cansados de ver. Concordo que na Psicologia, como em todas as outras areas de atuaçao, existem os "mals profissionais". Mas me nego a aceitar o fato de que essa seja uma caracteristica generelizada.
Se o foco da revista atualmente é atingir a nova "geração pop". Entao talvez seria de maior qualidade a revista, ao inves de desvalorizar o saber de alguns profissionais, potencializar e facilitar a escolha profissional dessa geração exibindo o diferencial de cada profissão, permitindo que tenham liberdade para julgar qual é melhor, qual é eficiênte, e qual não é.
Enfim... Respeito, aho que é o minímo que todos os manifestos aki estão pedindo!
Deve sim, dizer da Psicologia, da Matematica, do Direito. Desde que com carater informativo e não apelativo ou ofensivo.
Mariana, 16 Julho 2008 - 22:32
É preocupante esse tipo de matéria, faltou muita pesquisa e ética. É grave um meio de comunicação social desqualificar classes profissionais e ser sensacionalista visando gerar polêmica e lucro. Essa matéria é um retrocesso, lamentável. Isso não é um jornalismo sério, faltou muito profissionalismo.
Rodrigo Falcão., 16 Julho 2008 - 19:07
Achei interessante a discussão proposta pela Revista. Porém como Psicólogo (CRP - 06/80950) gostaria de tecer alguns comentários.
Qualquer tipo de tratamento seja este médico, fitoterápico, homeopático, ayuvédico funciona com algumas pessoas e como outras não. Porque com a Psicoterapia seria diferente?
O objeto de estudo da Psicologia é o ser humano que por si só é bastante complexo. Portanto é muito simplista concluir que os resultados de intervenção psicológica alteram somente a fisiologia e a anatomia cerebral. O ser humano é interdependente de aspectos: sociais, biológicos, psicológicos e espirituais.
O Universo da Psicologia é imenso, ao contrário do que acreditam os leigos, a psicoterapia não é o nosso único nicho de mercado. Estamos nas Organizações, nos Esportes, nas Comunidades, nas Escolas, nos Hospitais, entre outros, e poderiamos estar em muitos outros locais se não fosse pelo preconceito que nos cerca. Amenizando o sofrimento e desenvolvendo o potencial das pessoas.
A Psicologia é ciência e produz conhecimento para o desenvolvimento da humanidade e não precisa da validação de outras áreas para tal.
Um forte abraço.
Mariana, 16 Julho 2008 - 17:42
Como estudante de psicologia e analisando, a única coisa que posso dizer é o tamanho desconhecimento da autora sobre o assunto. Quem sabe mesmo a psicologia precise lutar muito ainda por seu espaço em uma sociedade "prática", que exige resultados imediatos e visíveis e esquece da subjetividade e complexidade que compõe o ser humano.
marcos moraes, 16 Julho 2008 - 11:22
A reportagem é razoável é infere o placebo. Tem sentido.
Mas fantástico mesmo foram os comentários; enquanto analisando, como estudante...e tome de agressão ao português.
Barbaridade! Se não consegue escrever, como é que vai entender Lacan?
Sônia Ferreira- Campinas-SP, 15 Julho 2008 - 20:02
Fiz e faço terapia com profissionais distintos em suas áreas de atuação, em épocas e fases diferentes da minha vida.Foi e é de grande valia, posso definí-los, assim:
A) O primeiro terapeuta o defino como meu precursor
B) O secundo o defino como o meu facilitador
C) O terceiro e atual o defino como o meu onversador
Sônia Ferreira- Campinas-SP, 15 Julho 2008 - 19:54
Fiz e faço terapia com profissionais distintos em suas áreas de atuação, em épocas e fases diferentes da minha vida.Foi e é de grande valia, posso definí-los, assim:
A) O primeiro terapeuta o defino como meu precursor
B) O secundo o defino como o meu facilitador
C) O terceiro e atual o defino como o meu conversador
Sônia Ferreira- Campinas-SP, 15 Julho 2008 - 19:53
Fiz e faço terapia com profissionais distintos em suas áreas de atuação, em épocas e fases diferentes da minha vida.Foi e é de grande valia, posso definí-los, assim:
A) O primeiro terapeuta o defino como meu precursor
B) O secundo o defino como o meu facilitador
C) O terceiro e atual o defino como o meu conversador
Meire, 15 Julho 2008 - 18:27
Cara Denize!
Li sua reportagem sobre terapias e realmente me surpreendi, salvo alguns equívocos técnicos, que não comprometem o conteúdo, a reportagem procede e está ótima.
Penso, como psicóloga, que se a pergunta está sendo feita ?TERAPIA FUNCIONA?? é porque no mínimo a resposta ainda não está elaborada, ou não convence e se assim é temos, como profissionais, o dever de esclarecer antes de criticar ou fazer ironias absurdas e até agressivas, em forma de ?análise? da personalidade da autora.
Muito me preocupa o uso do conhecimento psicológico em proveito próprio, digo que o maior mal que pode acometer um profissional é usar a teoria para justificar e esconder suas próprias patologias. Os tópicos polêmicos da reportagem acontecem, sim e nem sempre são problemas oriundos de má formação profissional, mas é o resultado da falta de valores éticos bem estruturados, falta de coragem em enfrentar suas próprias verdades, falta de autocrítica, falta de conhecimento e preparo também.
Devíamos aprender um pouco com a sabedoria do Bruno Henrique, (cobrador de ônibus) que expõe no chat com toda humildade e sabedoria, seu comentário, Ele escreve:?eu como cobrador de ônibus me sinto meio psicanalista. Direto sou testemunhas de "desabafo emocional? vindos de passageiros. Tanto pode ser uma queixa de raiva, amorosa, ansiedade, alegria e etc. E chego à conclusão que as pessoas só querem se desabafar seja com um estranho seja com um conhecido. Querem ser ouvidas, ter atenção?.
É maravilhoso! Bruno parabéns, você percebe o valor da ATENÇÃO, mais que isso, você é atenção e deve ser AMOR também.
E deveríamos questionar declarações do tipo:
?Cara DENISE, você precisa de terapia sem dúvida!!!! Sou psicoterapeuta de orientação psicanalítica, e como alguém que tenta trabalhar bem, não poderia deixar de dizer o quanto a reportagem foi ofensiva.?
Que profissional tem o direito de analisar quem quer que seja fora do setting terapêutico? Não estaria assim, confirmando a tese descrita no texto de encaixar a autora em uma teoria?
Acredito que críticas deveriam servir para despertar a reflexão e não simplesmente serem rebatidas com ?análises clichês? pobres e sem respaldo cientifico.
Parabéns Denize, parabéns à revista, faço votos de que o assunto seja realmente discutido e que possamos obter conclusões razoáveis.
Jose Carlos Santana, 15 Julho 2008 - 17:42
comentárioA matéria de capa sobre a a psicánalise Freudiana está muitíssimo bem-feita e deveras elogiável . Penso que aprofundar os sentimentos, aprofundar o homem e sua psiquê, é como aprofundar as raízes de uma árvore: para lá de certo limite perdemo-nos em filamentos daquilo que somos. Eis porque Cazuza quis "pagar a conta do analista" para nunca mais ter que saber quem ele era...
jocasantana@gmail.com
Adriana Cunha, 15 Julho 2008 - 16:38
A reportagem traz uma visão pobre, eu diria até que paupérrima do ser humano, como se fossemos matemática em que sempre 2+2=4!É claro que a terapia nunca poderá ser vista dessa forma, já que o ser humano possui uma subjetividade que não funciona e nunca funcionará assim!
Se ela funciona?!Não deve ser átoa que existe a mais de 100 anos e que existe pessoas que fazem comentários do tipo: Aryanne de Moraes Lima, 12 Julho 2008 - 17:12
"Com certeza vale a pena gastar dinheiro fazendo terapia. Eu fiz por seis meses e foi a melhor experiência que tive, consegui quebrar certas barreiras e me sentir um ser humano melhor."
A reportagem é um desserviço a população, que infelizmente não tem acesso a informações mais consistentes sobre o assunto, e principlamente um desrespeito aos psicólogos e estudantes de psicologia como eu!
mariana, 15 Julho 2008 - 12:50
Por que não questionar se nossas emoções influenciam no nosso comportamento? ou por que não questionar se as relações entre diferentes pessoas podem alterar nosso padrão de conduta? por que não questionar o sofrimento, como algo da natureza humana, e incentivar as pessoas que sofrem a exercitarem seus pensamentos a fim de redefinir sua experiência de vida,encontrando novas maneiras de se comportar,nas situações que lhe causam conflito?
A psicologia é sim uma ciência, e isto é inquestionável. Mas o que as pessoas imaginam que é a psicologia, é uma questão de discussão.
Afinal, por que questiona-se o resultado de uma terapia, e não o por que de nossa sociedade estar tão contida e reprimida em relação aos seus sentimentos?
Esta questão, aliás, é super interessante. Afinal, quando vamos dar valor as diferentes formas de pensar e relacionar nossas experiências de vida? Quando poderemos aceitar, ao invés de criticar e excluir o diferente?
Acredito que a jornalista apenas pensou em como chamar atenção para a sua matéria (afinal, por que colocar o Freud coloridinho em uma capa, sendo que a psicanálise não é uma terapia, mas análise?), por que não esclacer a grande população leiga o que significa "sentir" e por que a livre expressão de nossos sentimentos e pensamentos é tão aversiva socialmente?
Mais uma vez, me senti envergonhada de morar num país como o Brasil, onde cada vez mais concluo que a ignorancia da população é construída pela ignorância dos jornalistas.
Alessandra Monteiro, 15 Julho 2008 - 11:10
Concordo com a revista, funciona sim e não. Já resolvi me consultar em um psicólogo, mas nada adiantou a mudança ocorreu depois, quando eu mesma resolvi enfrentar, encarar meus medos, resolvi os meus problemas e sem psicólogo.
jaime.francisco@bol.com.br, 14 Julho 2008 - 22:18
É claro que funciona. Tanto que fiz uma pesquisa sobre lavagem cerebral no meio protestante, e lá é feito uma espécie de terapia. Só que controlando as mentes dos fiéis. Confiram em: http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=3192 n´ítem 03
Ou também no www.veritatis.com.br no link podcast
Isabel R. C. S., 14 Julho 2008 - 20:53
Matéria decepcionante, principalmente por se tratar de uma revista que aborda temas importantes. É lamentável que a edição da revista aprova uma matéria neste teor, sem o real conhecimento científico. Já fiz tratamento psicoterapêutico e sei que é uma matéria escrita por alguém que não sabe o que está escrevendo. E pensar que já fui assinante!
Rosmari M.C., 14 Julho 2008 - 20:17
A matéria foi um total desrespeito para com os psicólogos e psicanalistas. Além de levar informações erradas, o autor tem uma visão totalmente distorcida do que seja de fato psicoterapia . Quando nós psicólogos, estamos lutando para que a saúde pública em nosso país abra mais espaço para atendimentos psicológicos à população que a cada dia grita por socorro frente a necessidades cada vez mais imperativas
de nossos serviços, um artigo como esse como tenta destruir a imagem da Psicologia . Meu caro amigo,ou você foi atendido por um péssimo profissional e isso existe em qualquer profissão ou então você não tem o mínimo de subjetividade necessária para olhar o ser humano em sua essência e saber que sua estrutura psíquica pode ser reorganizada através de uma clínica que primeiramente escuta sim, mas em seguida coloca o cidadão em condições harmoniosas de convivência consigo mesmo e com os outros.
Pedro Barbosa, 14 Julho 2008 - 19:36
que mundo maluco é esse em que vivemos?
Pessoas eternamente deprimidas, agressivas, mal-humoradas, raivosas, estressadas, nunca satisfeitas com nada. Sempre depositando a felicidade em outra pessoa, outro bem material ou até mesmo em outra encarnação, outra vida!!!
Nossa mente não foi projetada pra aceitar a idéia de que somos meros instrumentos de replicação dos nossos genes. Por isso que nossa vida é cíclica, por isso precisamos morrer, por que quando nossa vida reprodutiva tem um fim, não servimos mais a nosso propósito básico, passar os genes adiante. É difícil lidar com a idéia de que a vida não tem o sentido pregado por muitos, a salvação após a morte, que a consciência acaba na morte, que o Deus antropomórfico é uma invenção da mente humana, porém é muito importante aceitarmos essa idéia para assumirmos a responsabilidade pela nossa felicidade aqui e agora.
Transferir a realização para o trabalho, o ser amado ou mesmo um objeto é certeza de frustração, de ansiedade e angústia. São nos momentos de sofrimento que podemos abrir os olhos e perceber o vazio da alma e dar o primeiro passo para atingir a paz interior. Infelizmente, na sociedade do século XXI muitas pessoas estão sendo privadas dos momentos de reflexão com o uso de medicamentos: ansiolíticos, anti-depressivos, hipnóticos e outros psicotrópicos, levando a uma sociedade de pessoas falsamente felizes, privadas de procurar a realização pessoal.
É necessário sairmos da inércia, aceitarmos os momentos de melancolia para crescermos, para percebermos que tudo o que nós precisamos para ser feliz já nos foi dado desde o nascimento. Assim, pararemos de transferir a responsabilidade pela nossa alegria, e poderemos ser realmente realizados no trabalho, contente com o que possuímos e, melhor ainda, poderemos amar outra pessoa de verdade, sem dependência. Dessa forma seremos pessoas completas, tanto nos momentos de tristeza quanto nos de alegria, seremos enfim humanos!
Franciane, 14 Julho 2008 - 18:31
"Se fôssemos submeter jornalistas a um controle estatístico, poucos sobreviveriam"
Tânia, 14 Julho 2008 - 15:44
SR. Editor,
"Dá para confiar numa Ciência que não conhece bem a causa do que tenta tratar?"
De qual ciência, afinal, falam? Dessa, que tenta, utópicamente, "tampar" tudo o que ainda nem sequer foi explorado em nosso Universo, porque isso, por si só, certamente evidencia que somos seres limitados?
Com essa "reportagem"(?), a revista presta enorme desserviço à Comunidade em geral.À quem,afinal, consultaram para fazer afirmações que pretendem destitur Freud e a todos os outros que 'atam' nele ,de maneira equívoca e avessa ?
Quem possui conhecimentos na área, percebe claramente que se trata de amontoados de"uma pitada disso e outra pitada daquilo".Aos desavisados, é receita "científica" pronta para fazer engolir em seco o seu sofrimento e seus questionamentos subjetivos.
Éticamente falando, se a idéia era provocar polemicas e vendagem da revista, o mínimo que um profissional da área Psi diria é que se trata de idéia perversa!...
E pensar que já confiava e assinava a revista para auxiliar meus filhos em suas pesquisas...
Renato Santiago, 14 Julho 2008 - 15:07
Como estudante de Psicologia e analisando que sou, fiquei muito decepcionado com tal revista por oferecer um tipo de informação que desenforma o leitor. Fica nítido pra quem entende do assunto que o autor pretende impor ao leitor como um sacerdote fundamentalista, a supremacia do conhecimento científico natural que pra quem estuda Psicologia sabe muito bem que tem suas raizes filosoficas no iluminismo, e que é apenas um ramo da Epistemologia. Acho que a redação deveria buscar conhecer melhor o que é ciencia para saber o que esta publicando, fica claro que o autor defende algo que ele mesmo deve ter duvidas, até mesmo pelas criticas que faz, sem fundamentação alguma. Na história da civilização humana, sempre houve a busca pela cura de males da alma, e a ciencia natural (é importante dizer que tipo de ciencia estamos falando) é apenas uma maneira que o ser humano inventou para sanar seu sofrimento, mas quando um sacerdote fundamentalista transforma esse conhecimento em uma arma para atingir supostos adversarios ai ja estamos lidando com um doente mental.
thaís regina gomes de araújo, 14 Julho 2008 - 11:48
Como Psicóloga, concordo com a maioria dos comentários acima sobre a pobreza de informações da matéria sobre terapia, e principalmente alguns equívocos cometidos por alguém que desconhece o assunto do qual trata. Por exemplo "Nesses mais de 100 anos, a psicanálise se multiplicou em diferentes teorias e abordagens, dando origem a uma área mais abrangente, a psicologia." Em primeiro lugar, a Psicologia já existia antes de Freud publicar seus estudos, mesmo que ainda não houvesse se desligado totalmente da Filosofia e ainda estivessem sendo desenvolvidos estudos relacionados à psicoterapia.
Também me deixou muito insatisfeita o modo como foi abordado a "funcionalidade" da terapia. A terapia funciona exatamente porque o terapeuta proporciona ao paciente um espaço e um ambiente confortável pra que ele se expresse de maneira livre e possa tomar consciencia de suas limitações e de seus problemas e responsabilidade pelas suas escolhas. E isso já é muito, visto que na sociedade atual, devido à toda a dinamicidade de nossas tarefas, não temos mais tempo para parar e refletir sobre nós mesmos. Além disso, o terapeuta conta com técnicas que têm SIM comprovação teórica e prática, situações vividas por milhares de psicólogos e pacientes todos os dias. Acredito que o ser humano, por ser complexo e múltiplo, pela diversidade de todas as crenças e comportamentos que podem se expressar através dele, não deve ser tratado através solução pronta que o terapeuta vai dar ao paciente. Muito pelo contrário, o que aquele faz é desvendar COM o paciente (e não por ele) todas as alternativas e recursos que este possui para lidar com suas frustrações. Ou seja, "cura" pode não ser um termo apropriado.
Aline R. Fernandópolis-SP, 13 Julho 2008 - 15:57
Nossa, já fui assinante da revista a alguns anos...e qdo resolvo ver como estão as materias, me surpreendo com a materia de Capa de Julho..Nossa quanta falta de informação para falar de um assunto...cadê a responsabilidade jornalistica dessa revista...COMO PODEM Falar que CIÊNCIA É PLACEBO OU COISA IGUAL??!!!!
Isso é Vergonhoso para uma revista !!!
ESTOU COMPLETAMENTE INDIGNADA COM A JORNALISTA DE TAL MATÉRIA ..E COM A REVISTA QUE ANTES PODERIAMOS LER E QUE AGORA TEMOS LEIGOS EXPONDO SEUS PONTOS DE VISTAS.....SEM EMBASAMENTO TEORICO OU ALGO QUE NOS DÊ ALGUM PRAZER EM LER....
Marcello Rodrigues, 13 Julho 2008 - 14:11
Extermamente leviana, e sem fundamentação a materia ! é uma pena mesmo uma revista tão conhecida se prestar a esse tipo de coisa... ridículo !!
hellen rose lima, 13 Julho 2008 - 10:32
...é irritante ler a materia e ver a todo momento a frase: TERAPIA FUNCIONA?GASTAR TEMPO E DINHEIReO? PARA COM PESSOAS DESCONHECIDAS?
meus amigos..em diversos momentos realmente pensei.iss o so pode se tratar de algo de cunho politico,relacionado a roubalheira das industrias farmaceuticas que a todo custo tentam nos convencer que os remedios são a unica solução.Porem de fato estes são uteis para diversos transtornos, pq ao contrario do que foi dito OS PSICOLOGOS não encaram a HIPERATIVIDADE ''como uma estrategia para chamar a atenção dos pais..''isso depende da ABORDAGEM ,são utilizados remedios junto ao tratamento tambem como
ritalina e diversos outros prescrevidos pelo psiquiatra,assim como a propria hiperatividade e subdivida em diversos tipos.Mas claro a pessoa que escreveu a materia não estava interessada em APROFUNDAR_SE em conteudos de real esclarecimento para o leitor, seu unico impulso motivador, era gerar uma materia, que chama-se a atenção,pena que me fez deixar de ser uma leitora assidua da revista.Por que depois dessa realmente não sei o que esperar da materia. A não ser um grande pedido desculpas pelo despreparo da pessoa que escreveu a materia.DESculpas para mim e para toda a classe de psicologos, estudantes, pessoas que fazem terapia,e os leitores que obtiveram informações cheias de tendenciosidades negativas.
Leticia, 13 Julho 2008 - 00:51
Concordo com boa parte dos comentários negativos acima citados. Como estudante de Psicologia fiquei decepcionada e frustrada por esperar uma matéria no mínimo mais aprofundada e com argumentações mais fundamentadas e atualizadas. Desde a primeira aula do curso aprendemos qual é nosso objeto de estudo e qual é o objetivo da terapia. A Psicolgia é uma ciência, nós aprendemos intensamente a fazer ciência, e se não tivesse se sustentado pela ciência que ela mesma fez e empiricamente comprovou não existiria até hoje. É ridículo fazer esse tipo de questionamento frente a leitores tão diversos desta revista. Pessoas que hoje necessitam de ajuda e se negam a procurar pela terapia ganharam mais um argumento para alimentar seu sofrimento. Não gostei da construção da matéria, nem das argumentações utilizadas, foram extremamente tendenciosas e o final filosófico para dar um efeito imparcial do tipo "decida você mesmo". Fico chateada pela quantidade de informações incompletas sobre a Psicologia, sobretudo da Psicanálise que não é uma ciência independente da Psicologia e sim completamente oposta a Psiquiatria, as quais tem origens completamente opostas. É uma pena que poucas pessoas têm a oportunidade de ler mais do que um ou dois textos de Freud, pois assim se daria conta de que ele sabia muito mais da sociedade do que se pensa, e soube escrever a mais de cem anos atrás fundamentos que se parecem com correlatos do sofrimento da sociedade atual. Acho que a Psicoterapia, como uma das principais funções do Psicólogo poderia ser tratada com mais respeito, estudamos 5 anos para fazer um trabalho sério e com objetivo claro, com profunda fundamentação teórica, científica e crítica.
Fernanda de Menezes, 13 Julho 2008 - 00:38
Como assinante da SI há +/- 4 anos e pela 1ª vez me manifestando no fórum tenho uma única mensagem: a linha editorial da revista está em franco descenso. Já estou n3º editor desde então e suas reportangens vem decaindo a cada ano. Entendo o caráter econômico do veículo, mas o espírito que nos leva a asssiná-la também... Acredito que o espírito dos leitores da SI seja da informação investigativa, acima de tudo fundamentada e claro, sempre interessante!! Chega de publiações impactantes, e sem respostas!! Por favcor, nem ousem continuar nessa linha oblíquoa. A história da SI não merece.
Joyce C. Souza, 12 Julho 2008 - 21:02
Super Interessante, sim. Mas, essa matéria decepcionou.
Ser humano não é uma máquina. Terapia funciona?
Terapia auxilia e ajuda consideravelmente o paciente. Terapia não ajuda quem não quer ser ajudado.
Para as pessoas que estudaram e estudam psicologia e aquelas que tem um bom senso crítico, de certo não concordaram com certas informações contidas nas reportagem. Informações que não estão de acordo com o que de fato é. Denize Guedes, sugiro que procure mais informações. Fiquei com uma dúvida voce já fez terapia? Tem vontade? Experimente!! Boa sorte, beijos.
Leandro M. Delfino, 12 Julho 2008 - 18:58
Como abordado na reportagem e muito bem por sinal, a terapia pode funcionar a quem primeiramente entende que está com dificuldades e não está conseguindo por si se encontrar, na minha opinião o que acontece nas terapias é que atraves da observação e percepção do analista que estai ouvindo, forma uma opinião e trabalha junto com o paciente de forma que o proprio consiga chegar as conclusões e caminhos e assim o paciente se encontra.
Aryanne de Moraes Lima, 12 Julho 2008 - 17:12
Com certeza vale a pena gastar dinheiro fazendo terapia. Eu fiz por seis meses e foi a melhor experiência que tive, consegui quebrar certas barreiras e me sentir um ser humano melhor. O único problema é que vicia, até hoje tenho vontade de voltar a fazer!
Maria, 12 Julho 2008 - 14:38
Psicologia é psicologia, psicanálise é psicanálise... O maior barato da psicologia são suas contradições, suas formas de tratar o ser humano com a singularidade, valorizando alguns, potencializando outros, tratando alguns, ou seja a intervenção é resultado de cada trabalho que se desenvolve com cada qual, ou seja, respeitando os limites, e o ser humano em sua totalidade. Com certeza, a terapia é eficaz para quem esta implicado nessa busca, e para quem nao está, o profissioal, com certeza ira empenhar para descobrir onde esta a desmotivação. Terapia, é uma alternativa para muitos idividuos da sociedade pos mordena, e pode não ser para ourtos. Claro que demanda tempo...mas esse esta muitas vezes acoplado do amadurecimento do sujeito.
Nao vou julgar a jornalista, pois essa demonstra que percisa seriamente dem ais atributos para tratar de um assunto tao essencial, que é a SAÚDE dos outros e quanto a isso, quem não acredita em terapia, que esta perdendo, perdendo tempo, deixando de rever conceitos e se baseando em alguém que nao consegue nem compreender um segmento historico. Como ira compreender a dinâmica do contemporâneo?!
Iza, 12 Julho 2008 - 14:17
É claro que sim!Desde que vc esteja amparado por um bom profissional.Existe muito preconceito em relação a tratamentos que envolvam a mente humana, mas é urgente que se processe um novo conceito sobre este tema, pois a humanidade precisa sim de pessoas capacitadas para lidar com assuntos pertinentes ao cérebro, uma vez que, a cada dia somos projetados a diversas situações que muitos de nós sozinhos não temos capacidade de solucionar.A terapia,mais do que um tratamento, também é uma maneira de termos um amigo a nossa disposição.O terapeuta é uma pessoa neutra.Qdo tratra do nosso problema, ele é imparcial.Qto a matéria, creio que a pessoa que escreveu não tem muito conhecimento do assunto.Até porque existe várias abordagens e em algumas delas, dependendo do nosso problema,não apresenta resultados satisfatórios.Faço terapia a mais de três anos e posso afirmar que foi graças a ajuda de meu terapeuta que hoje saio para trabalhar e realizo minhas atividades com satisfação e sem medo.Que bom eles existem!!!!
Eloisa, 12 Julho 2008 - 14:17
Sou estudante de psicologia, e fiquei totalmente decepcionada com o conteudo sem fundamentaçao nenhuma que foi colocada na materia da capa desta ediçao. Ao começar pelo titulo, você contrata varios serviços de pessoas que mal conhece, não só o do psicologo, e caso nao saibam, todo psicologo tem que cumprir o codigo de ética da profissao, sim existem exeçoes, como em todas as profissoes, engenheiros, medicos, professores e até padres que nao agem conforme devem. Achei um desrespeito com a classe de psicologos e psiquiatras, pois quem não ten conteudo suficiente de conhecimento da area simplismente acreditará em tudo que está ai, e como os demais colegas ja falaram, tao tem nexo nenhum. Estou muito decepcionada com a revista, no minimo ridiculo.
Vanessa, 12 Julho 2008 - 14:15
Onipotência e arrogância são coisas de que muito lidamos com os pacientes na clínica; por isso consigo entender um pouquinho de sua atitude de auto-suficiência e posso imaginar o quanto você sofra com isso. Mas você não é um E.T. por sofrer, afinal só não sofre quem não é humano, ou quem acha que pode negar sua condição de ser humano, mas um dia essas dores negadas vêm à tona. Existem profissionais de todo o tipo em tudo que é profissão. Me parece que você gostaria de uma terapia mágica, que lhe prometesse a cura para todos seus males, a felicidade plena e o aumento da sua sensação de onipotência e auto-suficiência... é meu bem, para isso a terapia não funciona, e se alguém prometeu isso a você e você acreditou talvez fique explicado porque tanto rancor.
Fabriccio Muhlethaler, 12 Julho 2008 - 11:14
Gostei muito da matéria da Super. Acredito que a terapia funciona com a união de dois fatores: o placebo fornecido pelo psicólogo em querer ajudar e principalmente a disposição física e mental de mudar do paciente.
Kauany, 12 Julho 2008 - 10:56
Sinceramente, já tinha minhas dúvidas sobre a psicoterapia e
suspeitava do Efeito Placebo. Muito boa matéria super!
Conceição Mesquita, 12 Julho 2008 - 00:24
Artigo péssimo,tendencioso,um deserviço aos leitores,um desrespeito aos que não tem informação e formação crítica.Tenho uma escola e sou assinante pela escola,mas vou cancelar a assinatura no próximo ano.
Conceição Mesquita, 12 Julho 2008 - 00:24
Artigo péssimo,tendencioso,um deserviço aos leitores,um desrespeito aos que não tem informação e formação crítica.Tenho uma escola e sou assinante pela escola,mas vou cancelar a assinatura no próximo ano.
Pamela Ferraz Albuquerque Lima, 11 Julho 2008 - 15:52
Simplesmente deite confortavelmente num sofá, fale em voz alta o que lhe vier a mente, e voi lá!! É a mesma coisa que terapia. Eles nunca retrucam nada mesmo!!!
Viviane, 11 Julho 2008 - 13:12
Essa reportagem de capa da ultima revista SI me fez ter CERTEZA que o que nao vale mais apena gastar dinheiro é com a compra dessa revista e nao com terapia. A reportagem e as descriçoes dos tipos de terapia foram tao superficiais e erroneas que deu a impressao de quem escreveu isso, encontrou o estagiario de letras na maquina de cafe e pediu pra ele contar um pouco sobre o que aprendeu de psicologia na faculdade...BIZARRO, poderiam ao menos ter se dado o trabalho de entrevistar um profissional de cada abordagem teorica pra falar com PROPRIEDADE sobre suas respectivas teorias... estou decepcionada SI... que reportagenzinha de amadores....só lamentos pra voces!!!!
Felipe de Carvalho, 11 Julho 2008 - 12:44
Lucia Winther comentários mais besta que você vez, primeiro não tem nada a ver com a reportagem, isso parece pessoas que não tem nada o que fazer e fica reclamando do que os outros fazem.Melhorar comentários.
Geyce Oliveira, 11 Julho 2008 - 10:32
Acho q a intenção de mostrar os lados positivos e negativos da terapia foi boa, mas a matéria foi pras bancas sem nenhuma revisão de um profissional sério da área. Deveriam ter mais senso crítico qndo forem abordar um tema tão importante. Dizer q a terapia pode ser um efeito placebo é brincadeira, né??? tem mt gente séria nessa área e que merece respeito pelo trabalho q desenvolve.
Milena Pires, 11 Julho 2008 - 09:57
Mais uma vez a SUPER me supreendeu, adorei a matéria da terapia.
Franciele, 11 Julho 2008 - 09:07
Super Desinteressante!!!
Fiquei chocada com a reportagem da Super interessante, sem critério cientifico, com um texto totalmente sem fundamentação, confundir gestalt com psicodrama,o texto inteiro é escrito apenas no senso comum... faltou fatos, pessoas, estatistica, profissionais falando...
Sr. Denise, os comentários que você fez não é de uma profissional séria que busca levar a informação, você se comportou como uma profissional mediocre que nem em senso comum se baseou.. apenas em sua cabeça que acredito que deve ter algum conteúdo ( no inconsciente). Você teve alguma decepção com algum psicologo?
Franciele, 11 Julho 2008 - 09:07
Super Desinteressante!!!
Fiquei chocada com a reportagem da Super interessante, sem critério cientifico, com um texto totalmente sem fundamentação, confundir gestalt com psicodrama,o texto inteiro é escrito apenas no senso comum... faltou fatos, pessoas, estatistica, profissionais falando...
Sr. Denise, os comentários que você fez não é de uma profissional séria que busca levar a informação, você se comportou como uma profissional mediocre que nem em senso comum se baseou.. apenas em sua cabeça que acredito que deve ter algum conteúdo ( no inconsciente). Você teve alguma decepção com algum psicologo?
Bruno Andrey S. Coelho, 10 Julho 2008 - 22:55
Adorei a matéria que Freud explica,pretendo fazer psicologia ,por isso rendeu o bastante esse conhecimento pra mim,já conhecia vários tipos de terapias que foram dotados por ele,que pena que pelo o avanço da psiquiatria foram adotados outras terapias ,deixando um pouco de lado as de Freud,isso é bom,mostra que não só a ciência e tecnologia esta avançando e sim o conhecimento do lado psíquico para a humanidade...
Tiane Quadros, 10 Julho 2008 - 21:33
Achei interessante o tema dessa matéria, pois a questão de que se vale a pena ou não procurar um psicólogo ou terapeuta com certeza deve passar pela cabeça de quem pensa em procurar esses profissionais. O questionamento é normal à respeito de decisões que envolvem tempo e dinheiro, e o debate é sempre válido.Acredito que a intenção da Super era promover a reflexão acerca do assunto, claro que gerando polêmica,como sempre!Acho que o objetivo de causar a discussão sobre o tema deu resultados, prova disso é a quantidade de opiniões, algumas bem indignadas inclusive, nesse fórum! Abraços!
ligia cristina ferreira , 10 Julho 2008 - 20:29
Enquanto os outros jovens estao de bate papo na INTERNET passo MEU TEMPO ESTUDANDO PARA PASSAR NOS MELHORES CONCUSSOS ou acessando o site da sunper e do mundo estranho é mais educativo e sempre aprendo coisas novas.
Anna, 10 Julho 2008 - 17:42
Sinceramente achei absurda a reportagem e só reitero a minha decepção com a edição desta revista.Acho que um assunto tão sério e importante deveria ser tratado com mais seriedade pelos jornalistas desta editora, ainda mais por se tratar de matéria de capa.
Sinto muito que em nosso país a liberdade da imprensa ainda seja tão mal utilizada e se produzam matérias de péssima qualidade!!!
Eu já tinha ouvido muitas críticas à SI, mas hoje, após acreditar que algo útil poderia ser visto ali e comprar a revista, tive a nítida sensação de JOGAR MEU DINHEIRO FORA!!!
Que pena!
Vcs deviam ser interditados com as barbaridades tendenciosas e inviesadas que publicam!!!
Herculano, 10 Julho 2008 - 12:39
Estranho... Quase a totalidade dos 'comentários revoltosos' com a matéria de capa da SI de Julho parte justamente de psicólogos !!! Parabéns SI... Parece q acertou em cheio de novo !!! Continue assim...
Mariana, 09 Julho 2008 - 21:39
Mas por que tanta idéia de que psicoterapia é caríssima ?! Esquecem-se que em hospitais publicos e privados, há SIM psicólogos para auxíliar, esquecem-se que os hospitais e clínicas de saúde mental são sustentados também pela terapia.Adoram futebol mas esquecem-se dos psicólogos que trabalham junto aos times. Psicologia e terapia não se resumem à prática clínica.
E reforçando, se é que a responsável pela metária não entendeu PSICOLOGIA NÂO É FREUD!
A opinião e aceitação por determinado assunto é particular do sujeito, mas é necessário maior embasamento teórico e conhecimento ao criticar e "ofender" (se é que muitos se deixaram abater por senso comum) uma prática profissional.
Muitos conhecem a palavra Ética, não?
Ou será que é correto comentar que Jornalismo forma máquinas persuasivas e alienanadoras? Pode até ser correto, mas não me parece ético.
Ana Flávia, 09 Julho 2008 - 20:46
Li primeiramente os comentários para só depois ler a matéria e confesso que fiquei decepcionada ao ler a matéria. Esperava que fosse algo mais científico, o que talvez justificaria toda a revolta presente nos comentários. Sou psicóloga e concordo que a matéria foi escrita sem uma pesquisa mínima necessária, com muitos comentários do senso comum, cometendo erros graves em algumas definições apresentadas. Porém acredito também que, apesar de tudo, houve uma tentativa de mostrar os dois lados, o lado bom e o ruim da terapia (nada é perfeito, o que podemos fazer?). O que pecou foi o sensacionalismo apresentado e a grande falta de informação da jornalista, que como profissional deveria perceber que aprofundar as informações acerca de um assunto é primordial para se redigir uma matéria. A discussão sobre a terapia é polêmica, mas válida. Então que tal, na próxima vez que a revista tentar fazer isso, trazer profissionais que entendam realmente do assunto e que possam dizer as coisas com certeza?
Virginia Girão, 09 Julho 2008 - 16:37
Quando vi a revista SI nas bancas, a sua capa me chamou muita atenção e resolvi comprá-la, mas que decepção ao ler a matéria da capa, decepção com a falta de inforamações, com erros grotescos que a autora do texto cometeu em sua matéria! Uma pessoa que deseja publicar um artigo de capa em uma revista tão renomada deveria pelo menos estar bem informada. Eu, como especialista em Gestalt-terapia fiquei chocada quando li que a gestalt trabalha com teatros e bonecos!! quem disse isso??? Acho que a autora se confundiu com psicodrama, pq Gestalt não trabalha com nada disso! Acho que faltou na reportagem uma entrevista com alguém que já tenha passado por algúm processo terapeutico na vida, só essa pessoa poderia comprovar se terapia funciona ou não.
Gostaria muito que a revista qualificasse mais seus textos e procurasse conhecer mais sobre um tema antes de abordá-lo!
Maurício, 09 Julho 2008 - 16:07
UFA !!! Demourou pra alguém questionar isso !!! Só a SUPER mesmo pra demonstrar essa coragem... Parabéns novamente à SUPER !!!
Hugo Alejandro Cano Prais, 09 Julho 2008 - 13:42
É com grande pesar que li mais um artigo da SI que tenta denegrir a Psicanálise e seu fundador. A SI fez parte da minha infância com seus artigos realmente super interessantes sobre ciência, História e tecnologia. As descobertas da Psicanálise sobre a alma humana revolucionaram o mundo, o que não quer dizer que sejam incontestáveis. Entretanto, vincular uma crítica à Psicanálise baseada em gastos, é no mínimo grotesco, pois se pensarmos que a população à qual se destina a SI, gasta grande parte de seu orçamento, por exemplo, em carros, que são caros, endividam cada vez mais tal população, sempre mais desejosa em consumir, além de emporcalhar o planeta! A Psicanálise sempre nos recordará daquilo que insistimos em nos esquecermos: nossa desrazão existe, e nos influencia, cria coisas maravilhosas (arte, tecnologia, etc), mas pode nos matar (guerra, miséria, alienação, etc)! Não sejamos tão UTILITARISTAS ao pensarmos na escolha de uma análise ou uma psicoterapia!
Moacir, 09 Julho 2008 - 13:06
Tudo bem, querida Denize Guedes!! A partir do momento em que terminei a leitura do seu "artigo" só vou em Médico amigo meu, PSICÓLOGO se for a minha namorada, Dentista se for o tio dela, Banco se for a minha mãe (que sempre que precisei me deu dinheiro sem perguntar meu CPF), Se precisar de segurança chamo meu Pai...Se o problema é procurar um profissional desconhecido para tratar um problema físico ou mental que me venha a ocorrer, procurarei meus parentes...ta bom assim? kkkkkk
Raphael gusmão - Pimenta Bueno RO, 09 Julho 2008 - 11:57
Com certeza desbafar seus problemas com uma pessoa que vc confia é muito bom, mas quando não se confia deliberadamente em um amigo, com certeza a melhor opção é um psicologo ou coisa parecida.
O grande problema é ficar guardando tudo para sí. Um dia a bomba estoura.
Ruth Cabral, 09 Julho 2008 - 10:58
A questão problemática, no meu ponto de vista, não é a crítica em si, mas sim, a crítica, sem fundamentos teóricos e científicos. Lamento ler um texto tão mal elaborado e com tantas falhas, inclusive de pesquisa de tema. A impressão que eu tive ao ler o texto foi de falta de informação e confusão no que diz respeito aos detalhes mínimos.
Menos senso comum e mais cientificidade respondem a questão se "terapia funciona".
Chênia Valéria - Contagem / MG, 09 Julho 2008 - 10:21
Devido ao rancor que aflora no texto mal escrito e não revisado da Jornalista Denize Guedes, imagino que ela deve ter levado um fora do seu Psicólogo. Aposto que ele era psicanalista!
Carmen, 08 Julho 2008 - 23:47
Fiquei extremamente chocada ao ler a reportagem. Nos dias de hoje, onde o mundo luta para tornar as pessoas melhores, onde se busca desesperadamente uma forma de amenizar a violência e mostrar um caminho para que as pessoas possam viver a sua vida com um pouco mais de arte e menos sofrimento, uma revista, oriunda de uma editora de renome estampa em sua capa um absurdo e ainda detona em cima da psicologia. Senhor repórter sei que sua função é polemizar, mais saiba, você contribuiu enormemente para que muitos seres humanos, apartir das aberrações que o senhor escreveu, fiquem sem chão, sem caminhos para caminhar....Sugiro-lhe que antes de escrever leia mais, não limite-se a ver "o circo pegar fogo" pense, que talvez, o próximo a precisar desesperadamente de uma terapia possa ser alguém que você ame muito. Envio a Editora Abril meus pêsames, por que morreu com esta edição a crença de muitos leitores na qualidade de seu trabalho.
Ana Paula, 08 Julho 2008 - 16:14
Acredito que só é possível falar sobre o que realmente conhecemos. É triste ver pessoas que acreditam que terapia é ?desabafar?, que psicólogo ?cobra por atenção?, que o paciente tem que concordar com tudo que o psicólogo ?mandar? ele fazer... Pessoas que acreditam que é raro ver alguém que foi curado... É triste ver alguém que fala bem de Patch Adams, mas que odeia psicólogos (contraditório, no mínimo). Nada de errado em querer ser ignorante, mas pelo menos se conformem na ignorância, pra não passar vergonha.
A psicoterapia não é um serviço caro por ser ?elitizado?, como foi sugerido. É caro porque o psicólogo precisa fazer um investimento altíssimo em sua formação profissional: supervisão, psicoterapia pessoal, congressos, seminários, especializações, além de gastos com material (os testes psicológicos, por exemplo, e os brinquedos que utilizamos com crianças são caríssimos). Por isso, eu sempre desconfio de profissionais que cobram barato demais em qualquer coisa. Além do mais, há profissionais que participam de convênios, que trabalham com uma cota de pacientes em atendimento social, há clínicas-escola e postos de saúde. Infelizmente, o SUS e os convênios oferecem poucas sessões e vão continuar oferecendo, enquanto houver pessoas que pensam como a tal jornalista.
Tabita Paranhos, 08 Julho 2008 - 14:34
Bem, nunca fui á nenhum deles, mas creio que existam pessoas que sintam necesidade de falar de si e de suas próprias vidas. Porém talvez seja complicado faze-lo com alguém que conhecemos, pois hão "n" fatores que dificultam essa atitude. E é bom lembrar que psicanalistas (como o nome já diz) têm a capacidade de analisar e até de ajudar pessoas com variados problemas. Nunca podemos opinar sobre um assunto levando em consideração apenas nossas vidas e personalidades , temos que ter consiênca de que cada um é cada um.
Franklin , 08 Julho 2008 - 11:14
Absurda, irresponsável, leviana, superficial... em síntese: matérias como essa são um desserviço ao leitor e à sociedade. Superinteressante funciona?????????
Eris, 08 Julho 2008 - 09:32
Funciona, claro!!! Pro psicólogo, pro picanalista, pro psiquiatra... menos pro paciente...
beatriz assistente social , 08 Julho 2008 - 09:17
Caros amigos não sou psicóloga e sim assistente social e na minha conduta profissional percebo exatamente quando uma pessoa está precisando de um acompanhamento psicológico.Oriento imediatamente para um profissional, pois sei do valor de uma psicoterapia.Estou falando como paciente de psicoterapia há sete anos( sem alta)!Sinto minha evolução como ser humano e mulher nesses sete anos.Essas pessoas que desqualificam a psicoterapia é que realmente precisam se auto conhecer, revirar seu passado. Falar de coisas sofridas é dolorosos para todos.Mas quando falamos, o problema deixa de ter peso na sua cabeça, nos seus comportamentos e relacionamentos.Somente as pessoas que tem medo de se auto analisar proferem palavras contra a Psicologia e seus profissionais.E convenhamos a forma como a jornalista usou para denominar o livro do psiquiatra "...organizador de um catatau de quase 900 páginas..."Então não é o universo dos psicológos que deve ser ruim mas os dos jornalistas também!
Fábio Martins - Rio de Janeiro, 07 Julho 2008 - 22:01
É preciso dizer que para ser PSICOLOGO, precisamos estudar muito, durante longos anos de graduação, pós-graduação, doutorados e mestrados.
Ao ler essa matéria ficou claro o despreparo da jornalista em relação ao tema e a forma tendenciada como escreveu.
Não entendi os constantes ataques a Freud e sua técnica.
Algumas partes da matéria estão bastante equivocadas, como é o caso da afirmação de que a Psicologia viria da Psicanalise, isso é um absurdo.
Afirmar que a Psicologia não sabe do que trata é vazio de significado em si, uma vez que é óbvio que estudamos a "alma" ou "mente", como queiram, e que ela é individual, cada caso é um caso... isso só vale para criar polêmica e chamar leitores leigos.
Me parece também que querem fazer com a Psicologia e suas derivações algo bastante distante daquilo que tem como objetivo, que é a reestruturação do SER, isso leva tempo, não 12 seções.
Por fim me parece outra daquelas matérias patrocinadas por laboratorios farmacêuticos ou por médicos tendenciosos, que acham que apenas fármacos resolvem processos interiores bem mais complexos.
A Psicologia foi parte da Filosofia desde o inicio dos tempos. Não queiram diminuir a sua importância.
Esses Psicoterapeutas, Psicanalistas, Terapeutas de todas as áreas da psicologia salvam vidas, devolvem qualidade de vida as pessoas,familias e sobretudo tem ÉTICA.
Não tentem nunca simplificar a "alma" humana a esse ponto, é algo que precisa de um pouco mais de paginas e um pouco mais de tempo.
issamu, 07 Julho 2008 - 21:08
Li muitos comentários afirmando que, mesmo não lendo a matéria, achavam um absurdo o que a jornalista escreveu.
Claramente leram apenas o título e a chamada do artigo e acharam que a reportagem só fala mal. Eu li e acredito que o lado bom da psicoterapia foi bem apresentado. Mas também foi apresentado aquilo que muita gente pensa a respeito, e nem sempre isso agrada os psicoterapeutas. Talvez houve realmente falta de conhecimentos da jornalista. Mas ao invés de criticar uma reportagem sem ler, seria bem melhor ficar quieto.
Júlio Lemos Tolenttini - Guarulhos - SP, 07 Julho 2008 - 20:59
Com certeza não. Não gosto de psicólogos, psiquiatras e psicanalistas. Estes profissionais são sádicos, cínicos, hipócritas, ganham dinheiro com a ruína dos outros, se consideram muito esclarecidos em relação às outras pessoas mas alguns são tão alienados pessoalmente quanto seus pacientes. Há vertentes inovadoras entre os profissionais da medicina que procuram trazer mais humanidade e alegria aos consultórios como forma de combater a dor, como a causa de Patch Adams. Os terapeutas parecem não se importar, e usam a mesma e velha doutrina indiferente de Freud com seus pacientes. Dificilmente você encontrará algum deles em projetos sociais ou trabalhando em hospitais públicos onde as populações talvez precisassem mais deles. Ao invés disso preferem cobrar caríssimo em seus consultórios e tratar da elite alienada. Já me tratei com terapia e assim como muitos amigos saí delas pior do que entrei. O que me ajudou foi utilizar tratamentos alternativos e atividades como aromaterapia, meditação, ioga e tai-chi.
Ligia Oliveira, 07 Julho 2008 - 18:45
Em todas as áreas existem profissionais competentes e incompetentes.
Cada um tem uma opinião acerca de determinados assuntos, e não seria diferente com a terapia.
Eu, como profissional da área, só lamento pelo fato de muita gente ter um estigma de nossa profissão. Mas creio ser assim mesmo... afinal, lidar com as pessoas envolve contato com mundos internos diferentes...
Creio que a melhor forma de criticar algo, seja uma pessoa, uma profissão, uma religão, enfim, seja conhecendo de verdade, não tirando conclusões precipitadas. A partir do momento em que vc realmente sabe do que está falando, vc pode ir contra ou a favor daquilo. Um camarada aí em cima disse que "é por isso que existem tantos psicólogos sem emprego". Amigo, só nós? Ou o Brasil anda assim, cheio de pessoas acadêmicas desempregadas? Precipitado demais. Existem pessoas que têm um pavor tão imenso de entrar em contato com seus fantasmas internos que por isso odeiam as terapias. E outros que gostam e são apaixonados e abertos á isso. E outros que não jogam nem em um time, nem em outro. C'est la vie. Para tudo. Não seria diferente com a Psicologia. Mas uma coisa eu acho que vale á pena, como psicóloga, alertar meus colegas: se os estigmas negativos existem, foi pq nós deixamos chegar a este ponto. Muitos psicólogos acham que são a encarnação de Freud e isso os faz abomináveis. Desçamos do pedestal e sejamos mais "humanos pensantes".
Lilith Lioncourt, 07 Julho 2008 - 17:40
Essa jornalista deve ser crente e andou lendo muito o livro: "Jesus, o maior psicólogo que já existiu" e agora está achando q aquilo é q é ciência. resolveu meter malha nos profissionais de verdade. abre o olho Superinteressante! demitam essa mulher antes q vcs tenham q mudar de nome para "NadaInteressante"
zaratustra, 07 Julho 2008 - 16:35
Funciona e vale a pena...
Uns vao a igreija e outros vao ao psicanalista ... ql o problema?
Alias, essa a perguntinha esta funcionando, tem tanta gnt comentando..rs
Claro q a maioria esta "desinteressada"...
douglas, 07 Julho 2008 - 16:21
Esses psicologos são um bando de picareta! ainda bem que está psudo ciencia esta fadada ao fracasso, é só observar o tanto de psicologos desempregados, tive o desprazer de fazer terapia e constatei que a terapia é como uma religião que vc acredita tanto que acaba se sentindo um pouco melhor, fora que é elitizada e individualista. parabéns pela revista por colocar de forma tão simples a picaretagem dessa psudo ciencia
Josiane, 07 Julho 2008 - 15:58
Não li a revista e não faço a mínima questão de ler! Estava no super mercado quando a foto da capa me chamou a atenção, por ser psicóloga e estar me especializando em psicanálise! A coisa mais importante a se comentar é: como pode uma pessoa qualquer falar sobre algo que nem sabe do que se trata? Em primeiro lugar, não falem de "psicologia" no geral como ligada a Freud... Freud é o cara! É o primeiro, etc!! MAS ELE É O FUNDADOR DA PSICANÁLISE E NÃO DE QUALQUER PSICOLOGIA COMO TODOS OS IGNORANTES COMO ESTA PESSOA QUE ESCREVEU ESSA MATÉRIA ACHAM!!
Já é a segunda revista que fala sobre a psicanálise e sobre Freud, sempre falando de coisas absurdas e sem fundamentos, inclusive tenho uma comigo, bem antiga, de quando minha irmã assinava essa revista bem "desinteressante" como muito falaram...
Pensem bem antes de escrever matérias, até para um simples TCC que nem é publicado muitas vezes, precisamos nos informar a fundo sobre cada frase que escrevemos, imagina numa revista de circulação nacional onde toda a população pode ter acesso? Vocês podem até, numa dessas, ser processados por calúnia, e etc... pensem bem, pra que isso?? Porque vcs não se informam com ótimos psicanalistas que temos no Brasil sobre a história da psicanálise e todos os milhares de benefícios que elas nos trazem e publicam uma matéria maravilhosa e com fundamento? ISSO SIM SERIA SUPERINTERESSANTE!
LAMENTÁVEL ESSA MATÉRIA! LAMENTÁVEL!
PENA QUE NOSSOS COMENTÁRIOS NÃO SÃO PUBLICADOS NAS BANCAS TAMBÉM.... CREIO QUE SERIA BEM FEIO PRA VCS!!!
Luciana, assintante a 2 anos, 07 Julho 2008 - 15:03
Estou começando a ficar preocupada com minha revista preferida.... dos comentários sobre a matéria, nenhuma! foi positiva... Notei mesmo que as matérias de capa estão ficando, como disseram, "bobocas". Aquela dos Espíritos, foi um absurdo total !!!! Será que é por causa da troca do diretor da revista? Eu simpatizava com o anterior... de repente é isso aí.... quem sabe ?????!!!
Cleiton, 07 Julho 2008 - 14:37
superDesinteressante.... estou desapontado com as matérias postadas ultimamente nesta revista....
e ví que o "gastar" é o que faço todos os meses ao comprar a minha revista...
Eis a questão... Superinteressante Funciona?
bruno henrique, 07 Julho 2008 - 13:17
eu como cobrador de onibus me sinto meio psicanalista.Direto sou testemunhas de "desabafo emocional " vindos de passageiros.Tanto pode ser uma queixa de raiva,amorosa,anciedade, alegria e etc...E chego a conclusão que as pessoas só querem se desabafar seja com um estranho seja com um conhecido.Querem ser ouvidas, ter atenção.E numa epoca que vivemos onde cada pessoa ja tem "problemas demais "pra ficarem ouvindo de outras pessoas não dão atenção.Então o jeito e pagando pra ter.E é o que os psicanalistas fazem cobram por atenção.E e mostram um caminho pra seguir sentido a felicidade na qualmuitas vezes você ja sabia mais precisava de uma segunda opinião.Então se a pessoa quer gastar dinheiro pra uma segunda pessoa dizer o que realmente deve fazer ou o que esta centindo sobre seus problemas então vá em frente.Mas tem que concordar com tudo que ele ti falar senão não vai ter jogado dinheiro fora!
Carla Luisa, 07 Julho 2008 - 12:53
não li a matéria e com certeza não faço questão de ler. concordo com alguém que disse " mais uma matéria boboca". como alguém que não entende o mínimo de Psicologia pode fazer uma matéria como essa? venho aqui manifestar minha total indignação como estudante do sétimo período de Psicologia..
realmente voces não tem mais sobre o que escrever mesmo!
Simone Rodrigues, 07 Julho 2008 - 10:00
Acredito que quem fez essa reportagem deve ter tido alguma frustração com algum especialista.
Acredito que uma pessoa não gasta dinheiro e sim investe.
Respeito profissional é bom e todos gostam.
Eliane, 07 Julho 2008 - 08:58
Que SAUDADES DA SUPERINTERESSANTE, QUE TRAZIA TEMAS SUPERINTERESSANTES...
Lisandro Hubris, 07 Julho 2008 - 07:24
Se alguns psicólogos não consegue entender nem um DVD, um Telefone ou um Computador...
Como poderiam entender o cérebro humano?
A psicologia, assim como as religiões, seriam pura fraude.
Se você duvida, leia o meu Ateusbr
http://ateusbr.blogspot.com/
Antonio Gomes da Rosa, 06 Julho 2008 - 23:46
Prezado editor, quanto a pergunta devo dizer que "GASTAR" é termo adequado para quem passa a vida sem se olhar, refletir e mudar sistematicamente a fim de no dia da sua morte poder ter vivido com saúde e felicidade. Para isso se "INVESTE" em psicoterapia.
angor.bl@terra.com.br
Juliana Matos Gomes, 06 Julho 2008 - 18:00
Oi pessoal, vc colocaram o conceito da Gestalt errado, aquele conceito é do psicodrama!
A gestalt é trabalha a totalidade do homem, o aqui e agora, a auto regulação e as percepções, figura e fundo. Sem falar na tomada de consciencia, a awareness.
Ok?
Bjo bjo
Juliana Matos Gomes, 06 Julho 2008 - 17:56
Oi pessoal, vc colocaram o conceito da Gestalt errado, aquele conceito é do psicodrama!
A gestalt é trabalha a totalidade do homem, o aqui e agora, a auto regulação e as percepções, figura e fundo. Sem falar na tomada de consciencia, a awareness.
Ok?
Bjo bjo
Gabriela - Psicóloga, 06 Julho 2008 - 16:16
Cara DENISE, você precisa de terapia sem dúvida!!!! Sou psicoterapeuta de orientação psicanalítica, e como alguém que tenta trabalhar bem, não poderia deixar de dizer o quanto a reportagem foi ofensiva. Freud dedicou boa parte de sua vida, e pagou um preço alto por isso, para descobrir um método que originou tudo isso que é citado na revista, e como todo criador, comete erros, mas deixou mmmmmmmmmuita contribuição. E pra falar de psicanálise hoje é preciso no mínimo citar os pós-freudianos, como Bion e Klein, que hoje são estudos obrigatórios para uma formação psicanalítica. Ter como referência bibliográfica Estudos sobre a Histeria, que é algo muito técnico (leitura psi) é tão ruim como citar somente Yalom, que se transformou em um escritor, e pouco poderia contribuir para uma reportagem como essa, pois seus livros são romances e não tem a obrigação de ser leais a psicanálise. Há livrinhos de bolso sobre Freud (ex. coleção da Folha), escritos por psicanalistas sérios que um jornalista leria em 2 horas e possuem informações fiéis ao tema. Somente para esclarecer, uma formação psicanalítica custa muitas vezes a maior fatia do nosso salário na clínica, e muito, muito tempo dedicado a estudos e a 4 vezes por semana de análise pessoal por no mínimo 5 anos. Será que estudaríamos tanto e gastaríamos tanto por algo placebo? A mente é muito complexa para ser explicada como uma caricatura de ?complexo de Édipo?. Não é exata, e principalmente, o sofrimento humano não é algo que se possa medir em kilogramas ou decibéis. Foi uma péssima idéia essa reportagem caro redator da Super, no mínimo Desinformada e Desinteressante...sinto pela população que sofre e necessita de suas TERAPIAS.
Edipo Rey, 06 Julho 2008 - 09:36
Mais uma reportagem boboca, de um jornalista que pouco sabe da ciência do comportamento humano... Por exemplo: Aquilo que ele escreve sobre a terapia comportamental é uma coisa completamente absurda. Ele deveria pesquisar mais sobre a assunto...
Se continuarmos aceitando tudo que nos empurram em reportagens deste tipo, as possibilidades de uma geração de idiotas está num futuro bem próximo...
Pedro MC, 06 Julho 2008 - 09:03
Na pg. 65 desta revista está escrito "IMAGENS DO CÉREBRO COMPROVAM: A TERAPIA FAZ AS PESSOAS PENSAR MELHOR."
Mas tem pessoas que pensa melhor com revisão de texto.
No mais, sobre a matéria e a revista, está muito bobinha, hein. Não precisa ser superficial só porque a roupagem é pop. Ou será que não combina mesmo?
Gustavo Leite, 05 Julho 2008 - 19:35
Ainda não li o artigo. Mas o título já como matéria de capa mostra o quanto a Super está em busca de outros públicos. Parece perdida entre os jovens e adultos.
Para não deixar de dar a minha opinião: terapia é o termo mais conhecido que análise, cujo termo parece coisa para maluco, rico... Então o termo é mais apropriado. Na minha opinião fazer ajuda bastante, mas, antes de achar o profissional de gabarito, conheci outros bastante deficientes, o que acontece em todas as profissões, mas não deveria ocorrer em uma área tão importante.
Carlos Renato, 05 Julho 2008 - 19:11
Vale À pena gastar tempo e dinheiro numa revista que presta um tremento desserviço à saúde pública? Ao permitir que uma pessoa completamente ignorante da diferença entre análise e terapia prejudique uma categoria profissional que estuda cinco anos (no mínimo!) por meio de um artigo simplista e leviano como este?
Cadê o CFP??????!!!!!!!!
Lisi, 05 Julho 2008 - 18:19
Funciona Sim! Ja fiz terapia quando precisei, foi maravilhoso. Minha terapeuta era filosofa e foi uma experiencia que eu recomendo a todos.
Ivana Mihanovich, 05 Julho 2008 - 17:50
Porque não nos perguntarmos também se curso de História da Arte serve prá alguma coisa? Ou se yoga tem utilidade? Ou se os filósofos são só um bando de vagabundos? Ou talvez, que tal essa: refletir é perda de tempo?
Gente, tenham dó.
O título, em si, já é de dar vergonha por vocês. Propor uma questão dessa é de um provincianismo patético.
A Super é uma revista excelente.
Essa palhaçada NÃO deve ter partido da equipe habitual.
Vocês andaram terceirizando ( novilíngua para "passando o abacaxi adiante") essa seção, é?...rs
Abraços gargalhantes
Fabiana - Psicologa, 04 Julho 2008 - 20:21
A terapia não pode ser vista como um medicamento, que toma-se para produzir efeitos imediatos (o que é uma exigência capitalista). A terapia é um processo continuo que não consiste em medicalização, mas em prevenção.
Angela, 04 Julho 2008 - 20:16
Reportagem superficial e inadequada.A própria manchete "...vale a pena gastar tempo e dinheiro contando nossa intimidade a alguém que mal conhecemos?" mostra a pouca consistência que a autora tem a respeito do tema.Estou cansada de ler artigos desta natureza, desvirtuando a imagem dos profissionais e do nosso trabalho. Sempre passam uma idéia distorcida do que é terapia. O triplé análise pessoal, seminários teóricos e supervisão não é coisa do passado para os psicoterapeutas.Independente de ser difícil de comprovar a eficácia das psicoterapias através de pesquisas, artigos científicos publicados internacionalmente que encontram-se no pubmed reconhecem a importância do trabalho. A ampliação do aparelho psíquico, possibilitando que o indivíduo construa ou reconstrua sua estória das mais variadas perspectivas não pode ser consideradaapenas um placedo. O terapeuta vai ajudar o indivíduo a ampliar o seu aparelho de pensamento e isso não é igual a nada, convenhamos.
Elizabeth - Psicóloga Integral, 04 Julho 2008 - 19:44
Fico muito preocupada com esse tipo de matéria que não tem a intenção de informar, de ampliar conhecimento e possibilidades. A falta de informação de quem a escreveu é gritante, com um poquinho de tempo e pesquisa poderia ter enriquecido sua matéria com conteúdo útil que realmente ajudasse e trouxesse uma reflexão bacana. Mas infelizmente a psicologia já vista com tanto preconceito p