Ir para conteúdo | Ir para menu do site | Ir para home do site

Blogs Superinteressante - Ultra

Blog Ultra
Quantidade de posts na página 5 últimos posts
Assine o RSS UltraRSS
André Sirangelo é jornalista e roteirista de jogos imersivos - foi dele o roteiro do ARG 'Zona Incerta', que a Super produziu em 2007. Viciado em filmes, HQs e seriados, aqui no Ultra ele fala sobre tendências, cultura pop e o futuro do entretenimento.

Os posts mais recentes
    Todos os posts
    Outros blogs SUPERINTERESSANTE
    Assine RSS Super

    South Park e o iPhone foram feitos um para o outro

    09 Out 2008 17:03


    No começo do ano, os episódios de South Park passaram a ser exibidos de graça da web (e não só dentro dos EUA, como acontece com outras séries) quase simultaneamente à TV. Quando um novo episódio é lançado, o site South Park Studios chega a ter mais de 1 milhão de acessos em um único dia.

    Com a estréia da nova temporada, os produtores se preparam para dar outro passo. O Boing Boing publicou ontem um preview exclusivo do aplicativo de iPhone desenvolvido pelo time South Park. Ainda não há previsão de quando ele chega à lojinha de apps da Apple, mas quando isso acontecer vai ser possível ver todos os episódios da série em streaming, ler notícias, baixar wallpapers e colocar a foto dos personagens nos seus contatos.

    Classe, o que achamos disso? (Mr. Garrison mode: on)

    Achamos que South Park na verdade foi uma série criada por Trey Parker e Matt Stone para o iPhone. Foi o portátil da Apple que demorou 10 anos para chegar. ;)

    Clique aqui para ver outras imagens do aplicativo no Boing Boing.

    Envie seu comentário Leia os comentários dos internautas Ver este post
    Envie esta página por MSN Envie esta página ao Digg Envie esta página ao Del.icio.us

    HQs animadas são o futuro dos quadrinhos?

    08 Out 2008 00:37



    Chegou ontem ao iTunes o segundo episódio de um desastre chamado Watchmen Motion Comics. É o seguinte: você paga US$ 1,99 para assistir no seu PC ou no iPod um segmento de uns 25 minutos da versão animada da graphic novel épica de Alan Moore & Dave Gibbons. Por "versão animada", entenda uma animação em flash de quinta categoria, onde o texto dos balões é interpretado por um único ator - inclusive as falas de personagens femininos (!). É essa a idéia da Warner para "popularizar a história original" a tempo do lançamento do filme, ano que vem.

    O blog gringo io9, dedicado à ficção científica, publicou um post recentemente xingando a onda das HQs animadas. De Heroes a Watchmen, passando pelas versões em movimento de Invincible, de Robert Kirkman, e N, de Stephen King, vídeos desse tipo não páram de surgir por aí. Não dá para culpar ninguém, é um jeito relativamente rápido e barato de produzir conteúdo para novas mídias. Mas, enquanto as versões de Watchmen e Invincible sujam a reputação desse sub-gênero, N, que você já viu aqui no Ultra, não fez feio, com um ótimo elenco de dubladores e uma animação mais sofisticada.

    O io9 diz que HQs animadas não são o futuro das HQs, e acho que disso ninguém discorda. Não dá para comprar a idéia de que um híbrido de slide-show com desenho animado possa substituir uma forma de arte que nasceu para ser estática e já é perfeita no papel. PORÉM! É possível, sim, fazer uma HQ animada funcionar, e o exemplo máximo disso é o vídeo aí embaixo. Metal Gear Solid: Digital Graphic Novel, para o console PSP, uma HQ digital baseada no jogo da Konami para PlayStation, com arte do incomparável Ashley Wood. No dia em que alguém fizer uma HQ animada assim para a web a gente volta a conversar. Clique aqui para ver o post do io9 e um trecho da versão tosca de Watchmen para a web.



    Envie seu comentário Leia os comentários dos internautas Ver este post
    Envie esta página por MSN Envie esta página ao Digg Envie esta página ao Del.icio.us

    Canais a cabo investem em séries online

    07 Out 2008 00:06

    Photobucket

    Depois da exibição de Afterworld no site do canal AXN no início do ano, outros canais a cabo começam a investir em programação online por aqui. Estréia hoje no site thecell.tv a primeira produção original para a web adquirida pelo canal FOX. Série online de 20 episódios diários, cada um com cerca de 2 minutos de duração, The Cell será exibido em toda a América Latina, acompanhada de um jogo e outros extras exclusivos para web e celular. Espera-se que as legendas não sejam em portunhol, como nas séries do canal (isso quando elas são legendadas, claro), mas talvez seja pedir um pouco demais.

    Enquanto isso, o site do Warner Channel exibe, de segunda a sexta, a série online Sorority Forever, veiculada nos EUA pelos sites MySpace e The WB. Também em webisodes curtinhos, o drama gira em torno de uma república de garotas numa universidade norte-americana. Quem assina a produção executiva é McG, diretor de As Panteras e produtor executivo de Chuck e The O.C.. A série é estrelada por - adivinha - Jessica Rose, a lonelygirl15. Haja criatividade. Clique aqui para ver os episódios (se tiver paciência, já que pra assistir é preciso se cadastrar. Não, você não leu errado: é preciso se cadastrar.).

    Envie seu comentário Leia os comentários dos internautas Ver este post
    Envie esta página por MSN Envie esta página ao Digg Envie esta página ao Del.icio.us

    'Sanctuary': mais uma série online pula para a TV

    06 Out 2008 13:53

    Photobucket

    Um dia Buffy - A Caça Vampiros encontrou Doctor Who, e Sanctuary nasceu. Estrelada por Amanda Tapping (Stargate SG-1, Stargate: Atlantis), a produção canadense é uma das primeiras séries filmadas quase totalmente em tela verde, no mesmo estilo dos filmes Sin City e 300. Não chamaria tanta atenção, não fosse por um detalhe: a série foi feita originalmente para a web, criou uma legião de fãs e acaba de pular para a programação do Sci Fi Channel americano, lar de Battlestar Galactica e da franquia Stargate.

    Sanctuary, a série online, é bem mais interessante que produções estranhas como Gemini Division, por exemplo. Tem efeitos legais, um estilo visual próprio, boas atuações e aquele pezinho no trash quase obrigatório para o gênero. A história acompanha a Dra. Helen Magnus (Tapping), cientista brilhante que investiga a existência de uma população clandestina de monstros e outros seres superpoderosos.

    Sanctuary, a série de TV, não é só um reempacotamento dos webisodes. Funciona como uma segunda temporada, com novas histórias, capítulos de 40 minutos e um orçamento maior. Não muito maior, já que, além da base de fãs já estabelecida na web, uma das coisas que chamou a atenção da emissora foi o baixo custo da série, se comparado ao dos outros programas do canal. A pergunta é: será que, ao fazer a transição para a TV (e fechar o canal de distribuição online, claro, já que agora a série é propriedade da NBC Universal), Sanctuary não corre o risco de virar só mais uma?



    div

    Leia também:
    A era de ouro das séries online começou?

    Envie seu comentário Leia os comentários dos internautas Ver este post
    Envie esta página por MSN Envie esta página ao Digg Envie esta página ao Del.icio.us

    Jogando por mudanças: a onda dos ARGs sérios

    30 Set 2008 19:44

    Photobucket

    Os chamados serious games (games que abordam temas políticos, econômicos e sociais) não são novidade e estão em alta há algum tempo na indústria dos jogos. Agora, parece que é a vez dos serious ARGs mostrarem que também vieram para ficar. A diferença entre os dois é que os ARGs sérios não são softwares ou joguinhos interativos em flash - são experiências multiplataforma, geralmente colaborativas, que usam todas as ferramentas de web 2.0 possíveis para tomar forma.

    Depois de Operation: Sleeper Cell, do Cancer Research UK (assunto do último post), foi a vez da Cruz Vermelha britânica lançar o ARG Traces of Hope, cujo objetivo é ajudar um garoto a reencontrar sua família em meio à guerra civil de Uganda, na África.

    No próximo dia 6, o norte-americano Institute for the Future põe no ar o jogo The Superstruct Game, uma espécie de World Without Oil ampliado. Em WWO, de 2007, a proposta era imaginar um mundo onde o petróleo tivesse acabado, enviando textos, vídeos, fotos e posts de blog sobre como seria viver nesse cenário. Em The Superstruct Game, chamado de "Massively Multiplayer Forecasting Game" pelos criadores, o objetivo é prever como será a vida em 2019, com a humanidade à beira da extinção e lutando contra ameaças como epidemias fora de controle e o colapso do sistema alimentar global.

    Mesmo se o número de participantes desses novos jogos for pequeno, pode ter certeza que a onda dos ARGs sérios vai ser assunto entre teóricos e acadêmicos por um bom tempo.

    [via ARGNet]

    Envie seu comentário Leia os comentários dos internautas Ver este post
    Envie esta página por MSN Envie esta página ao Digg Envie esta página ao Del.icio.us
    Publicidade
    topo
    Superinteressante

    [1987 - 2008] Editora Abril S.A.

    Todos os direitos reservados.